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Abandoned - História

Olá pessoal!
Aqui está mais um capítulo da fanfic: Abandoned.
Mas antes quero que leiam o mail que a Tina me mandou, para esclarecer algumas dúvidas que tenham:
"(...)não ser propriamente facil conjugar tudo, talvez se trate apenas de organização, não sei, parece que não tenho tempo, mesmo quando tenho, acabo distraida com qualquer outra coisa e deixo tudo a meio... Mas estou decidida a não deixar esta fic ficar "a meio", e quero mostrar a quem quer que seja que me segue, sejam mil ou seja um, o final que tenho planeado, deves pensar que estou a desistir, porque os capitulos que chegavam aos dois por dia, são agora dois por semana, ou até menos, mas não estou a desistir, estou apenas com outro tipo de trabalhos para pôr a mexer, e a equitação rouba-me tempo também, mas não quero desistir, quero terminar a fic antes que saia Chosen, ou ela vai deixar de valer tanto a pena, isto está a dar cada vez mais trabalho, mas gosto tanto ou mais de o fazer como dantes.
Bjs,
Tina!"



Abandoned
23º Capítulo

O resto do dia passou sem incidentes. Alisha estava mais distraída do que de costume, dai ter tropeçado nas escadas, escorregado na neve, batido com a cabeça na soleira da porta, perdido o telemóvel e dado uma grande queda da cadeira, aparentemente por razão nenhuma. De resto, tudo estava normal, tão normal que foi quase estranho, para mim. Lenóbia recordou o meu aniversario, e ofereceu-me, de presente, uma escovinha de bronze, para pentear as crinas de Perséfone. Gravado na escova, encontravam-se gravados em relevo, dois cavalos a galope, virados focinho com focinho, em volta de uma inscrição que fora realçada com branco “Zoey”.
-Obrigada, mas eu não devia aceitar, sabe, o valor e assim… -contestara, embora com pouca convicção, porque na realidade eu adoraria ficar com ela –regras da boa educação, infelizmente.
-Não te preocupes com o valor Zoey, foi um presente.
-Não posso…
-E se eu te disser que não o comprei? Era de família, já adorava cavalos antes de ser marcada, o meu pai era dono de uns estábulos, eu tinha um pónei, desde pequenina, o Shiny –não comentes a falta de originalidade, eu tinha quatro anos –acrescentou, a rir –E essa era a escova das crinas que a minha mãe me ofereceu, depois de marcada, aos quinze, a minha mãe… bem, ela não reagiu bem. Não queria que eu viesse para aqui, ela amava-me, e receava os Vampyros, mas eu não podia continuar lá, eu sabia que tinha de ir para a Casa da Noite, por isso fui obrigada a fugir quando eles foram à cidade… O Shiny não podia vir, por ser um pónei, então tive de fugir na Gingret, a minha futura égua de competição… Eu tencionava continuar a usar todos os objectos que usava, por isso é que os trouxe, mas eram muitas más memorias… Por isso deitei tudo fora, menos duas coisas: A sela da Gingret, pois era muito valiosa e tinha sido feita à medida, seria uma estupidez deita-la fora, e mantive também essa escova, porque embora não tencionasse usa-la, não suportava que fosse parar às mãos de qualquer pessoa, e que fosse vendida… Mas tu não és qualquer pessoa Zoey, e eu sei que contigo ficará bem, então mandei gravar o teu nome, e agora é tua.
Sorria, como se tivesse acabado de me contar uma historia engraçada sobre como tinha sido marcada.
-Err…
-Sim?
-Eu… Eu queria saber, não me disse uma vez que era de Maryland?
-E era, mas pedi que me transferissem para aqu, devido às condições hípicas.
-Não são propriamente perto um do outro…
-Não, mas aquele sitio estava carregado de más memorias… Não te queria contar a historia para não teres de carregar esse peso, não queria que sentisses algo negativo vindo dessa escova.
-Não, não ei de sentir, não ei de sentir se a encarar de uma outra perspectiva.
-E que perspectiva é essa?
-Saber que foi usada para escovar o seu cavalo, o que adorava, e que se sentia feliz ao fazê-lo. Se pensar bem, há de concluir que só o preservou devido às boas memórias, se representasse algo terrível, penso que o teria despachado sem sequer pensar nisso.
Ela meditou por uns instantes.
-É verdade. –concluiu –Penso que não o teria conservado se não me fizesse lembrar o meu pónei, a felicidade que sentia junto dele…Mas acho que Mrs. Stevens está à tua espera lá fora, feliz aniversário Zoey!
-Obrigada, adeus!
Depois disso, abandonei os estábulos, mas subitamente ocorreu-me outra coisa.
-Professora? –interroguei, entrando novamente no estábulo.
-Zoey?
-A Gingret é aquela égua nos estábulos particulares?
-É –sorriu.
-Okay, só queria saber. –e desapareci pela porta do estabulo.




(E já sabem: Comentem)

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