Mostrar mensagens com a etiqueta Poema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poema. Mostrar todas as mensagens

Poema por: Lady Morphyna

Nas últimas vezes...
Nas últimas vezes que sorri
Foram risos cheios de dor;
Dor oculta a me consumir...

Nas últimas vezes que chorei
Foram lágrimas de verdade
Cada gota que derramei.

Nas última vezes que amei
Foram sentimentos íngremes;
Gosto de me sentir livre, eu sei... 

Nas últimas vezes que sonhei
Tu estavas tão junto a mim
E eu acreditei, depois acordei...

Nas últimas vezes que eu caí
Em quase todas elas, me levantei.
Na última, porém, no abismo eu me joguei.

Poemas HoN, por Andreia Dias

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!


A nossa querida Andreia Dias enviou-nos dois poemas sobre a saga, um sobre o Círculo e  os seus elementos, enquanto que o segundo nos envolve no relacionamento da Zoey e do Kalona.

Sinto, por Andreia Dias

Sinto-te voraz vento
Os teus braços bravios que me aconchegam
Em gestos suaves me acariciam
Com meiguice, com amor

E sinto…

Sinto-te fugaz fogo
A crepitar e a chamar por mim
Para aquecer o bloco de gelo no peito
Com solenidade, com perspicácia

E sinto…

Sinto-te alegre água
A fluir por entre os meus dedos
Sempre cristalina e para me cuidares
Com suavidade, com carinho

E sinto…

Sinto-te terna terra
A pulsar sob os meus pés
Como o ritmo cardíaco do meu coração
Com calma, com vivacidade
E sinto…

Sinto-te eloquente espírito
A vibrar dentro do meu ser
Raiando em cada parte do que sou
Com liberdade, com vida

Porque sinto.


Esqueci-me, por Andreia Dias


Esqueci-me…
Hoje esqueci-me de te esquecer
E tu apareceste vindo das sombras,
Envolvido numa aura negra que se desfez
Ou apenas se ocultou na perfeição desse rosto…
Um rosto angelical, onde esses olhos negros,
Negros como obsidiana perfeitamente esculpida,
Escondem o desejo, a necessidade e a perdição
De um coração de anjo caído em tentação.

Vieste…
Vieste com um sorriso luminoso,
Um gesto que me acelera o sangue nas veias
E me arrancou um suspiro de prazer.
Todavia, pergunto-me se será verdade
Esse gáudio que esboças nos teus lábios
Ou simplesmente uma miragem,
Uma mágica ilusão para ingénuas sonhadoras?
Não sei e tu não me respondes…

Aprisionaste-me….
Aprisionaste-me nesses braços fortes
Num abraço quente e reconfortante,
Mostrando-me o quanto desprotegida estou
Quando não partilhamos as nossas almas…
E sei que é isso que anseias todo este tempo,
Tudo aquilo que nunca te poderei dar,
O maior dos pecados e o maior dos erros
Que enclausurei na minha Caixa de Pandora.

Tentaste-me…
Tentaste-me com palavras de amor,
Mentiras e promessas de um futuro perfeito
Quando toda a perfeição que existe
É somente o sonho onde me manténs refém.
Refém do teu e do meu desejo,
Um desejo jamais insaciável
Como um fogo que nunca se extingue,
Ou a noite que nunca termina.

Liberta-me…
Liberta-me deste sofrimento que corrói
E me torna escrava passiva da dor.
Porque se me amas como aclamas,
Não desejas ver um sorriso também nos meus lábios?
Ou te agrada mais as lágrimas que deslizam,
Tal qual um grão de gelo, pelo meu níveo rosto?
Gotas cristalinas e puras, a verdade crua
De tudo o que de mais real há no meu espírito.

Esqueci-me…
Hoje esqueci-me de te esquecer
E tu apareceste vindo das sombras.
 Solene e pacífico, de asas negras abertas
Para me levar a voar até lugares inatingíveis,
Onde meramente divindades têm acesso…
Nesse instante, nesse instante lembrei-me de tudo
E recordei que tudo o que sempre esqueci
Foi de acordar do sonho em que me capturaste.



Estão fantásticos, não concordam?

Enviem também os vossos poemas e trabalhos sobre a saga para o email jwalter2412@gmail.com.

Benditos sejam!

Poema de Kalona para a Zoey

Feliz encontro Filhas e ilhos das Trevas!

Hoje deixo-vos com o poema escrito pela Lidiane Dias e publicado no Blog House of Night Br.


Sou um anjo da noite...

Um mercador da morte...
Fique esperta querida, sou capaz de invadir seus sonhos,
E te roubar para meu abraço.
Você sente dor e prazer ao mesmo tempo,
toda vez que te toco...
Me perdi em seu abraço e você me traiu,
não te culpo, pois vi que você chorou ao
me abandonar naquela escuridão.
Você foi minha naquela época, e será minha mais uma vez
nessa nova era!!




Benditos sejam!

"Alma Destroçada", por Ângela Ribeiro

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje trago-vos mais um poema sobre Seduzida, desta vez na visão de Stark.

    Alma destroçada, por Ângela Ribeiro
                    
A dirigir-me para o quarto ia
Quando de repente senti
Minha senhora estava em perigo
Com os nossos amigos corri para a salvar,

À parte de um labirinto fui dar
Minha senhora vi a correr
Em direcção de Kalona e seu consorte ia
As mãos dela vi levantar
E o espírito chamar
Mas foi tarde de mais
Kalona já o tinha morto
O consorte de senhora minha,

Destroçada a alma dela ficou
Foi o que senti
Depois percebi, 
Ela já não estava ali
Era só um corpo nos meus braços
Mais nada restava 
Era um corpo vazio
Sem alma
Que jazia nos meus braços
Oh, senhora minha não te consegui salvar!
Era só o que eu conseguia pensar.

Enviem também os vossos trabalhos sobre a saga para o email jwalter2412@gmail.com.
Benditos sejam!

Poema "Nova Impressão", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

A nossa querida Paula Perleques deixou-nos com mais um poema sobre Seduzida. Espero que gostem e comentem!

"Nova Impressão", por Paula Perleques

Aos túneis desceu,
Para seus iniciados tentar convencer
Para a Casa da Noite consigo regressarem,
Escolherem o Bem
E voltar costas ao Mal.

Os iniciados Vermelhos recusaram,
Escolhendo assim o Mal,
No telhado do depósito
Uma emboscada lhe armaram,
Para que morresse, ao nascer do Sol.

Pela alvorada
Sua pele sentiu queimar,
Para que nada de mal lhe acontecesse
Zomba-Corvos com seu enorme corpo a protegeu.

Com sua ajuda
Para dentro da Terra conseguiu ir,
Para sobreviver
Sangue tinha de beber.

Com o bico
Zomba-Corvos um golpe abriu
Em seu corpo, que logo sangrou
Para Sacerdotisa Vermelha se alimentar
E sua vida salvar.

De seu sangue não queria beber
Pelo seu cheiro,
Mas, dele a obrigou se alimentar,
Ao tomar seu sabor
Não era tão mau quanto seu cheiro.

Do Zomba-Corvos se alimentou
Uma nova impressão surgiu,
Apagando qualquer tipo de impressão
Com sua consorte humana.

Estranho foi,
Pois, depois de impressão criarem,
Rapfaim seu protector
A se transformar sentiu.


Enviem também os vossos poemas, desenhos, textos sobre a saga para o email jwalter2412@gmail.com.

Benditos sejam!

Poema: "Desespero", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje deixo-vos com um poema da nossa querida Paula Perleques, em que ela retrata o momento da morte do Heath. Espero que gostem e comentem!

Desepero, por Paula Perleques

Por um labirinto de sebes andando
Procurando o Guerreiro,
Quando de súbito vozes ouve,
Em silêncio tentou andar
Para que sua presença não sentissem.

Dentro da sebe ela sumiu
E o Anjo Negro com ele deu,
Com sua alma chamou gritando sua Vampira “Zoey”.

Ao sentir o seu chamado
Desesperada até si correu,
Seu Guerreiro, ao sentir seu desespero
Desesperado ao seu encontro foi.

O Anjo Negro matou-o,
Ambos presenciaram,
O consorte no chão morto caiu
E sua Vampira junto dele caíra,
Ficando assim
Presa entre os dois mundos…

Enviem também os vossos poemas, desenhos... sobre a saga para o email jwalter2412@gmail.com.

Benditos sejam!

Poema de Joana Silva

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Hoje trago um poema da Joana Silva. Ora vejam:

A Noite impera
Sobre o mundo
Uns acham-na escura
Outros confortam-se nela.

No antigo castelo
Num lugar de poder
As asas do imortal
Voltaram a nascer.

A terra sangra
Como os olhos dele,
O espírito estremece
Como a aura dele,
O fogo apaga-se
Como o bem dele,
A água congela
Como tudo à volta dele,
O ar agita-se
Como os filhos dele,

Movimentando-se
Voando e abanando-se.

Debaixo do céu gelado
A batalha ergue-se
Os elementos completam-se
O imortal é levado.

Nyx tocou-lhe
Nela algo viu
Concedeu-lhe um dom
Zoey nada lhe pediu.


Que Nyx vos abençoe!

Poema "Pesadelo", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje deixo-vos com mais um poema da nossa querida fã, Paula Perleques. Espero que gostem...

Pesadelo, por Paula Perleques



Nas profundezas do mar estou
Nadando em águas tão límpidas,
Observando e admirando
Os corais tão belos que são.


Uma força estranha sinto
Para a superfície me puxou,
Nada havia
Apenas escuridão da noite.


“A-ya, bela A-ya”
Uma voz sussurrante ouço,
Um vento surgiu e as águas fez se moverem,
Para terra com custo fui.


Em redor olho e nada vejo,
Apenas escuridão da noite.
No meio da escuridão asas surgiram
E aquela força estranha, entre elas me prendia.


“A-ya, minha A-ya”
Aquela voz sussurrante
Quanto mais sensual se tornava,
Meu corpo mais preso ficava.

Aos cinco elementos ajuda pedi
Com o fogo, de mim o consegui afastar,
“Sai daqui
Anjo Maldito.”


Meus olhos abri
Apenas um pesadelo foi,
Nos túneis de Tulsa
Junto de meus amigos estou.


Enviem também os vossos poemas e textos para o email jwalter2412@gmail.com.
 
Benditos sejam!

Poema

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Aqui fica um poema desta vez sobre a Zoey e o Kalona, a autora é a Ma (ma_t_udodebom).


_A-ya! - ouvi a mais sedosa e conhecida voz, minha alma reagiu imediatamente àquela voz.

Como conseguira ele me perseguir até aqui?
Num ato de desespero me escondi,
estava cansada de lutar,
meu corpo cansado e minha alma quebrada já não resistiam mais nada.

_A-ya! - a voz de Kalona chamou-me novamente, dessa vez sua voz sedosa transmitiu certo desespero.
Eu queria responder, A-ya queria responder.
Mas será que eu, Zoey Redbird, queria responder?
Não, eu não queria,
na verdade não podia.

Deixei meu anjo caído clamando e morrendo por mim...
E meu coração partiu-se pela segunda vez.

Fonte: House of Night Br

Benditos sejam!

Poema: "Vermelha"

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Aqui fica um poema postado no Blog House of Night sobre a Stevie Rae, espero que gostem!

Eu pensei que nunca fosse estar em foco,
Ser alguém com o mundo nas costas,
Mas aqui estou, nada será como antes...

Eu fui escolhida, Marcada pela minha Deusa,
E morri, e renasci,
Como a Fênix que renasce das cinzas,
Mais bela e mais forte,
É você que me trouxe de volta.

Será que é pedir demais que entenda tudo que eu fiz?
Será que você pode me perdoar?

Não deixe que o sol me queime,
Agora que tudo virou de cabeça pra baixo.

O amor virou ódio,
E o ódio virou amor.
Eu não tenho mais certeza do bem ou do mal.
Eu enfrentei as Trevas, eu encontrei a Luz.
O meu amor é o bem e o mal.

Eu sou A Vermelha e esse é o meu caminho!...
 
 Benditos sejam!

Poema "Aniversário/Natal de Zoey", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

A nossa incansável Paula Perleques presenteou-nos com mais um dos seus poemas! Desta vez sobre o aniversário e o natal da Zoey relatados pela própria.

Aniversário/Natal de Zoey

Na cama deitada estava eu,
Para o teto olhava,
Em minha amiga pensava.
“ Naqueles túneis escuros e frios,
Transformada numa morta-viva.
Será que se encontra bem?”
 
Da cama me tiraram
Pela mão me puxavam
Lágrimas de meus olhos secaram.
 
Escadas abaixo me fizeram correr
E ali estavam todos meus amigos,
Com prendas aniversário/Natal.

Foi o meu pior aniversário/Natal,
Minha melhor amiga
Em morta-viva transformada,
Minha mãe mandara um postal
Que nada tinha a ver.
 
Minha avó,
Minha querida avó e amiga,
Apenas ela me compreendia,
Meu dia/noite melhorou
Quando ao seu encontro fui ter.

E então que acharam?
Enviem-nos também os vossos poemas para o email jwalter2412@gmail.com.

Benditos sejam!

"Admirador Secreto", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje deixo-vos com mais um fantástica da nossa querida e incessante Paula Perleques.

Admirador Secreto, por Paula Perleques

De barco andava eu passeando,
Quando de repente
Uma tempestade veio
E o barco naufragou.

Nos destroços me agarrei
E as ondas me empurraram
À praia fui parar.

Assustada fiquei
Por ninguém ver,
Música comecei a ouvir
Em sua direcção segui.

Escondida fiquei
Atrás de algo,
Admirada fiquei
Pois só podia estar alucinar.

Um guincho soltei
Quando alguém,
Diante de mim surgiu,
De costas caí
Com o susto que apanhei.

De trás de mim
Uma mulher surgiu,
seu rosto estranho era
Furiosa para mim se dirigia.

Salva fui
Por um sujeito,
Seu rosto estranho era
Serenidade transmitia.

Ambos discutiram
Furiosa ela estava,
Em meu braço
Ele agarrou.

Os sentidos perdi
Não me perguntem como,
Numa praia junto a rochas
Os recuperei,
Rodeada de bombeiros estava.

Era uma praia
Não naquela da noite anterior,
Para casa regressei,
Um sonho, só poderia ser.

Passados alguns dias
Rosas comecei a receber,
Surpresa fiquei
Pois não traziam cartão.
Um dia por fim
Cartão trazia,
Um encontro era
Junto à praia era e à noite seria.

Quando cheguei à praia
Deserta estava,
Na areia me sentei
À espera fiquei.

Horas passaram
Ninguém aparecia,
Da areia me levantei
Caminhar comecei,
Para me ir embora.
Quando um barco surgiu
E dele um homem atraente saiu,
Admirada fiquei
Presa fiquei no seu encanto.

Um ramo de rosas ofereceu
E em seu barco convidou a entrar,
Retrair me senti
Acabando por ceder.

Sua mão esticou
E nela peguei,
Fria e suave era
"Não tenhas medo" - disse ele.

Em meus olhos uma venda colocou
E de barco partimos,
Depois de pararmos
Ao colo me agarrou
e do barco saímos.
No chão me colocou
E a venda não tirou,
Em minha mão pegou
O caminho me guiou.

Música comecei a ouvir
E a venda me tirou,
Meus olhos abri
E tudo parou.
Uma mulher furiosa
Para mim se dirigia
Seu rosto estranho era,
"Impossível ter cido um sonho,
Pois tudo isto é real" - disse eu.

Recuando comecei
Assustada estava,
Em minha frente ele se colocou
Impedindo que ela me atacasse.

Sua mão fria
Em meu rosto colocou,
"Vampiros nós somos" - disse ele.
De olhos arregalados fiquei
De tão grande surpresa.

Seus lábios nos meus tocaram
Seu beijo suave era,
Seu amor por mim declarou
Sem palavras me deixou.

Um outro Vampiro
Para mim se dirigiu
Sua bênção deu,
Seu pai, só poderia ser,
Para tal fazer.

"Nada receis
Entre amigos estás,
Um dia sim,
Talvez te transforme
Em Vampira, se assim o desejares."

Surpresa fiquei,
Nada disse,
Em seus braços mergulhei
Pelo meu coração me rendi.


Não se esqueçam de comentarem! E já sabem enviem os vossos poemas para o email jwalter2412@gmail.com.

Benditos sejam!

Poema "Zoey e Nala", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

A nossa querida Paula Perleques envou-nos mais um dos seus poemas, desta vez da Zoey e da Nala.
Aqui fica...  

 "Zoey e Nala", por Paula Perleques

Na cama sentada eu estava
Mergulhada em meus pensamentos,
Quando de repente
Algo pulou para cima de mim.

Era Nala minha gata
Rabujenta estava,
Festinhas comecei a fazer-lhe
Atrás de suas orelhinhas
Logo depois parou de ronronar.

Quando stressada estou,
Nala aparece saltando para meu colo
Ajudando assim acalmando-me.

Quando algo maléfico
Surge no ar,
Todo seu corpinho eriçado fica
E seus olhinhos arregalados ficam.

Há noite quando me deito
Em minha almofada
Gosta deitar-se
E seu ronronar
Me acalma até adormecer.
Então que acharam? Deixem os vossos comentários e sugestões!


Benditos sejam!

Poema de Sara Alves

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Hoje trago-vos um poema da sara Alves que fala da mudança da Neferet, espero que gostem:


longe,
mas tao perto...
do escuro uma pequena e melodiosa voz
me chama, shiuuuu nao sei ao certo
deverei escutar??
deverei ignorar??

hummmm e tao doce de escutar...
mas tao simples de amar....
nao, sei k nao deveria
mas ao pensar k poderia...

procuro auxilio...
procuro orientaçao...
procuro algo que me fale ao coraçao

mas aquela voz sedutora
que me embriga e me devora
nao me larga nem vai embora..
ela chama por mim...
sussurra para mim: ela nao vem

eu nao a oiço...
eu nao a vejo...
e em mim cresce o desejo
de ouvir e escutar..
de correr para abraçar
aquela voz sedutora
que me embriaga e devora...

quero ser rainha
do seu mundo de encantar...
oh kalona meu rei...
vem para mim com a tua voz sedutora
que me embriaga e me devora...



Que Nyx vos abençoe!

Poema "Anjos", por Paula Perleques

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje trago-vos um poema da nossa querida Paula Perleques a quem a equipa do blog agradece incessantemente a sua dedicação e cooperação connosco! :)

Desta vez o poema intitula-se "Anjos".


Anjos, por Paula Perleques


Voando andava eu
Algures paradisíaco,
Meu ser sabia
Para além daquela neblina
Impossível seria
Recuar ao meu tempo.

Anjos surgiam por todo o lado
Uns de asas brancas
Outros de asas negras.
Deparei-me com umas asas
Negras e enormes eram,
Ao virar-se, um Deus Grego era
Em seus braços me tomou.

Sussurrou em meu ouvido
Sensual era sua voz,
Malvadez nela existia
Diabólico ele era.

Forças do meu interior tirei
Com elas o empurrei,
Afastei-me correndo.
Neblina tinha-se dissipado
Ao meu tempo impossível
De regressar seria.

Penas brancas
Diante de mim caiam,
Virei-me e eis
Um anjo de asas brancas era.

Esticando sua mão
E nela peguei,
Em seus braços me tomou
E dali me tirou.

Com seus braços me abraçou
Suas asas se abriram,
Voo levantou
Com delicadeza me levou.

Neblina surgiu
Através dela
Não podia passar,
Em meu rosto um beijo deu.

Suas asas em meu corpo passaram
Nelas segurei
Em tentação caí,
Em meus braços o tomei
Em Vampiro o transformei.


Espero que tenham gostado e que comentem! :)

Já sabem podem mandar os vossos poemas para o email jwalter2412@gmail.com.
Contamos com a vossa participação!

Benditos sejam!

Poema da Daniela

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Trago-vos hoje um poema da Daniela Caillaud sobre uma vampira que luta contra a sua natureza.

Natureza Infeliz

Abro os olhos e penso:
“O que faço eu aqui?”
Depois me lembro
Foi aqui que me ergui

Saio para a rua
À espera de uma presa encontrar
Lembro-me porque sou assim
Contra a minha natureza tento lutar

Um berro oiço,
Alguém está a chorar
Um rapaz vejo
E os meus instintos começam a alertar

O cheiro dele, irresistível
Sinto-me atraída
Puro e virgem, ele é
Fico possuída.

“Como te chamas?
O que fazes aqui?”
“Perdido, eu estou
Por favor, tira-me daqui!”

Olho para ele
Quinze anos deve ter
Não me consigo controlar
Caio, e começo a tremer

“Afasta-te de mim
Eu não te posso ajudar!”
Em mim ele agarra
E eu começo a arrepiar

Enquanto ele me ajuda
Os dentes lhe cravo
O Grito dele tento abafar
Enquanto ele me tenta travar

O sangue é do mais puro
Não me consigo fazer parar
Até que morto ele está
Já nada o salvará

Assim é a minha natureza
Contra ela tento sempre lutar
Mas de volta á caça estou
Já nada me consegue parar


Que Nyx vos abençoe!

Poema da Inês

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

E hoje apresento-vos outro poema da Inês, desta vez sobre a Zoey e o Stark.


A Promessa

Uma promessa me fizeste
Que me vinhas salvar
Mas quando vieste
Já ela me veio buscar

Disseste que não é de confiança
Para manter a esperança
Mas numa outra eterna dança
Quebraste a nossa aliança.

Para o mal ela me levou
Contra ti ela me tentou
Mas do nada, ferida apareceste
E o nosso fogo reacendeste.


Que Nyx vos abençoe!

Poema da Inês

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Trago-vos hoje mais um poema da Inês, aqui vai:


Kalona
Anjo caído
Lindo e sedutor
Que acabara perdido
Pelo seu grande amor

Mal fizera
Pessoas magoara
E agora pagara
Seu coração despedaçara

Oh anjo caído
Lindo e sedutor
Que acaba perdido
Sozinho com a sua dor.


Que Nyx vos abençoe

Poema de Paula Rebola

Olá Filhos e Filhas das Trevas!


Trago-vos um novo poema da Paula Rebola. Aqui vai:


Caminhando

Vagueando andava eu
Pela praia à beira mar
Contemplando a lua cheia
Reluzente ela estava.

Distraída estava
Mergulhada em meus pensamentos
Apenas a lua me contemplava.

Parei e deitei-me
Na areia macia e húmida
Contemplando a linda lua que estava.

De repente me levantei
Ao sentir o doce aroma
Muito meu conhecido
De repente ter surgido no ar.

Olhei em redor
Nada vi,
Voltei a caminhar à beira mar.

Mais à frente
Deparei-me com um vulto
Caído na areia estava
Sendo empurrado pelas ondas
E o doce aroma mais forte ficara.

Corri para junto do vulto
Para ver o que era,
Deparei-me com um humano
Ferido estava
Delirando com febre estava
"Monstro" gritou ele.

Recuei um passo
Impossível a mim referir-se
Pois seus olhos mal abria,
E posso garantir
Por ser Vampira
Monstro não sou.

Puxei pelo telemóvel
Para ajuda pedir,
Enquanto ela não chegava
Meu casaco despi
E sobre ele o coloquei.

Sua cabeça em meu coloquei
Esvaindo em sangue estava
Contra meu instinto lutei
Pois monstro não sou.

Por fim, a ajuda chegou
Para o hospital o levaram
E lá dele cuidaram.

Dias depois saiu
Recuperado estava,
Na praia me reencontrou
Mesmo sem saber quem eu era.

A mim agradeceu
Por sua vida salvar,
Antes de lhe virar as costas:
"Monstros não existem
Apenas seres diferentes"
E no meio da noite desapareci.


Que Nyx vos abençoe!

Poema sobre Nyx

Feiz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Hoje deixo-vos com o poema que foi postado no site da Saga do Brasil escrito pelo Raphael Buzatto onde ele fala sobre Nyx. Espero que gostem, eu pelo menos adorei!


"Uma mulher"


A vida pode ser difícil,
detestável e constrangedora;
Mas esta mulher a enfrenta,
com beleza arrebatadora.


Ela tem o poder do fogo,
A pureza da água,
e a sinceridade do ar;
Com a força da terra,
Tudo ela pode enfrentar


Ela é bela como a noite,
Linda como o luar;
Sua beleza é divina
consegue tudo o que desejar;

 
É superior a todas,
Perfeita!
Sim ela é.
Tem o mundo em suas mãos,
Simplesmente ela é mulher.
 
 
 
 
Benditos sejam!