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segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Aniversário Casa da Noite Portugal + Meeting

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Para quem não sabe, o nosso blogue faz UM ANO DIA 1 DE JULHO, e não podíamos deixar este dia em branco. Por isso vamos fazer O NOSSO PRIMEIRO MEETING!!! E os locais escolhidos são Porto e Lisboa. O meeting, que se realizará dia 3 de Julho (Sábado) devido a incompatibilidade de agenda da administração, e será constituído por almoço e convívio em ambos os locais.

PORTO
Cervejaria Diu
Rua da Boavista, 663

Acessos:
Metro - Estação Carolina Michaelis
Autocarro - 502, 202 (Paragem Carvalhosa - Direcção 'Matosinhos Mercado' e 'Castelo do Queijo', respectivamente; Paragem Igreja Cedofeita - Direcção 'Bolhão' e 'Lóios', respectivamente), 602, 301, 300 (Paragem Carolina Michaelis - Direcção única ou paragem de nome igual em ambas as direcções).

LISBOA
Centro Vasco da Gama
Av. D. João II, Lote 1.05.02

Acessos:
Metro - Estação Oriente
Comboio - Estação Oriente
Autocarro - 5, 25, 759, 794 (Paragem - Estação Oriente)
Camioneta - Destino Oriente

Em ambos os locais o encontro será dia 3 de Julho, Sábado, pelas 12h30. Quem não poder ir almoçar, vai lá ter sem pressões.


Mas este meeting tem que ter animação, e é isso que vamos tentar fazer. Por isso convidamos os nossos fãs para um concurso de máscaras. Sim, ouviram bem!!! Com direito a prémio, uma tshirt Casa da Noite Portugal. No concurso deves ir vestido de forma alusiva à saga. Devido a não termos encontrado um restaurante acessível em Lisboa, tivemos que optar pelo shopping, por isso o concurso ocorrerá apenas no Porto. Quem quiser pode mascarar-se no próprio restaurante (sala privada, sem vergonhas), não precisando de ir já vestido. As outras animações serão surpresa =) Todos os participantes terão um certificado de participação.

Peço que enviem as confirmações de presença e participação no concurso até dia 20 de Junho. Enviem e-mail para casadanoitept@gmail.com com nome, idade e localidade (se for preciso ir buscar alguém à estação estamos disponíveis). O metting durará até por volta das 19h.

Qualquer dúvida enviem um mail para casadanoitept@gmail.com

Que Nyx vos abençoe!

Aviso Importante

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Queria só avisar que vou agora entrar em exames, por isso se houver atrasos na administração, resposta nos e-mails e afins, peço a vossa compreensão.

Que Nyx vos abençoe!

Especial Indomável, por Vitor

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

O nosso querido Vitor fez um especial Indomável do ponto de vista da Erin no capitulo 1.

ESPECIAL INDOMÁVEL
Erin Bates
Permanecíamos todos sentados na nossa mesa. No nosso canto. Mas devido a acontecimentos realmente inesperados, estávamos todos chateados com uma amiga, Zoey Redbird. Como é que ela pôde mentir-nos? E nem sequer nos mencionar o facto que andava rendida aos encantos do Ex-Professor Loren Blake. E quando digo Ex-Professor, digo que ele morreu devido a mais horrendas ocorrências. O ar andava pesado, à medida que cada um pronunciava uma palavra. Todos nós estávamos chateados com ela. E chateados é dizer pouco. Estávamos furiosos – esta seria a melhor expressão para dizer aquilo que estávamos a sentir. De certeza que a minha Gémea, Shaunee, estava de acordo comigo. Ela estava a passar pelo mesmo que eu. E como a monotonia entre nós era bastante semelhante, podia-se dizer que estávamos ligadas através de um elo de irmãs.
- Voltando ao assunto principal… - Dizia Damien, enquanto enfiava mais uma garfada da “sua comida”, se é que se pode chamar isso. – Como é que estamos em relação a ela?
Ele voltou a trazer aquele pormenor à mesa. Eu dizia-lhe umas quantas coisas só para se calar e me deixar comer de uma vez por todas. E então a Gémea finalizava com uma das suas eloquentes frases ou afirmações. Tal e qual como eu.
- Não estamos. Eu cá não falo com ela. E tu, Gémea?
- Nem por sombras, Gémea. Nem que ela fosse a única pessoa à face da Terra. – Respondeu Shaunee com uma honestidade a transparecer na sua voz.
- Nós teríamos compreendido se ela nos tivesse dito, Damien. – Disse eu, pousando os talheres em cima do prato. – E o que aconteceu apenas demonstra a confiança que ela tem em nós, o que é certamente pouca.
Eu não conseguia manter o termo certo para aquele momento. Nem para nada que virasse para o assunto centrado. Em todos os momentos que vivi aqui nesta Casa da Noite, nunca pensei que tudo fosse acabar assim desta maneira. Desde a morte da nossa amiga Stevie Rae até à decapitação de professores. Ultimamente, os alunos que haviam rejeitado a Mudança têm voltado à vida e as repentinas atitudes da Neferet faziam suscitar várias suspeitas sobre ela.
Tudo tinha sido virado do avesso e eu já nem compreendia metade das coisas que aqui se passavam.
- Gémea, estás bem? – Perguntou Shaunee, pousando a sua mão no meu braço.
Ainda bem que eu tinha uma boa amiga como ela. Ela preocupa-se tanto comigo e com o bem-estar dos outros…ela é realmente uma boa pessoa, mas quando tem que dizer umas boas verdades, di-las sem nenhum pesar na voz.
- Claro. Sim, estou. - Menti. E não estava nada bem. Sentia-me enganada e menosprezada por uma das minhas melhores amigas. Não havia como estar bem naquele tipo de situação.
E quando menos esperamos, lá estava a Zoey a entrar pelo refeitório adentro. A dirigir-se para ir buscar um tabuleiro com comida e a vir na nossa direcção. De certo, iria sentar-se ao lado de Damien. Todos concordávamos que ele era o nosso elo mais fraco da nossa liga “NÃO FALAR COM A ZOEY”, pelo que seria o primeiro a falar. Ela lá se sentou ao lado dele e nada proferiu durante alguns minutos. Após isso, nenhum de nós olhou para ela de frente, porque sabe-se lá Nyx o que nós diríamos. Porém, ela disse:
- Olá.
Por mim, ela podia sair a chorar do refeitório que eu não me importava nada. Só o que ela fez e o não dizer porque o fez, merece muito pior daquilo que eu já estava a imaginar.
- Então, e aí? – Percebi que ela fizera a pergunta directamente para Damien. Era tão óbvio como sapatos à espera de serem comprados numa loja de marca em saldos. Lá por o coitado ser gay, sensível e educado, não significa nada. Mas como ele não dizia nada, eu e a Gémea pusemo-nos em acção, por assim dizer.
- Nada de nada, certo, Gémea? – Disse-me Shaunee.
- É isso mesmo, Gémea, nada de nada. Porque nós não somos suficientemente confiáveis para saber alguma coisa. – Respondi. Adorava terminar as frases dela. Era uma coisa que só nós as duas podíamos compreender. Enfim…Gémeas, não? – Gémea, sabias que nós não somos confiáveis de todo?
- Não até recentemente eu não sabia, Gémea. E tu? – Dizia ela, enquanto assumia uma posição de puro gozo.
- Não sabia. Até recentemente também. – Terminei de seguida.
Eu e a Shaunee somos uma dupla que ninguém deitaria a baixo. Nem mesmo a traidora da Zoey e nem mesmo a cabra da Afrodite. A cada palavra que a minha Gémea proferia, eu acabava de seguida. Éramos como irmãs totalmente inseparáveis. E até partilhava-mos um gato: Belzebu. É bastante fofo quando ninguém se mete com ele. Mas também tem os seus tiques de gato, como bufar e arranhar.
Ambas dirigimos um olhar gémeo de raiva e de suspeita na direcção da Zoey. Ela sabia muito bem porque o fizemos.
- Obrigada pelo vosso amável comentário. – Eu realmente odeio quando ela se põe com ironias da treta. – E agora eu vou tentar perguntar isso a alguém que não tem que responder numa versão estéreo da odiosa Blair de Gossip Girl.
Ok. Desta vez, ela passou o limite dos limites. Eu e a minha Gémea já estávamos a sugar literalmente o ar e a prepararmo-nos para dizer algo em resposta àquela provocação. Mas ela apenas nos ignorou e dirigiu o seu olhar para Damien.
- Então eu acho que o que realmente queria perguntar quando disse “e aí”, era se algum de vocês notou algo assustador e fantasmagórico a bater as asas do lado de fora do refeitório, ultimamente. Notaram?
Mas que raio! Agora vem com desculpas esfarrapadas? Isto está lindo, está.
Damien parecia diferente. Olhava para a Zoey com um ar cuidadoso, duma maneira um pouco mais do que frio. Assustador, de facto.
- Um bater de asas fantasmagóricas? – Disse ele. – Desculpa, mas não faço ideia do que é que estás a falar.
O tom de voz que usara naquele preciso momento arrepiou-me, porque não parecia nada com a imagem do Damien que eu conhecia. Como as pessoas mudam. Embora ele tivesse acabado de falar, a Zoey continuou:
- No caminho para cá, algo meio que me atacou. Eu não consegui ver nada, mas era frio e magoou a minha mão. – Respondeu, enquanto erguia a sua mão para o provar.
Ela não tinha nada de mal nem nenhum dano na mão. Ela só podia estar a gozar com a nossa cara. Mentir tantas vezes já deve ser típico para ela. Bufei assim como a minha Gémea, para me conter e não dizer nada que me pudesse vir a arrepender. Damien parecia triste. Então começava a ver o Jack a aproximar-se da nossa mesa.
- Oh, olá! Desculpa estou atrasado, mas quando pus a minha camisa encontrei uma enorme mancha no lado da frente. Dá para acreditar? – Dizia Jack, enquanto corria com uma enorme bandeja de comida e se sentava ao lado do Damien.
- Uma mancha? Não é aquele adorável Armani de manga comprida que eu te dei no Natal, pois não? – Dizia Damien, enquanto se mexia para dar espaço ao seu namorado para se sentar.
Caramba. Só conversas da treta. Ainda por cima, com a traidora aqui por perto para ouvir. Lindo. Isto está a ficar cada vez melhor.
- Oh Meu Deus, não! Eu nunca derramei nada nele. Eu amo aquela camisa e… - Mandei-lhe um aviso com os meus olhos, de modo a que ele percebesse o que eu estava a tentar dizer. E parecia que tinha resultado. – Oh, uh. Olá, Zoey.
- Olá, Jack. – Respondeu ela, sorrindo para eles. Damien e Jack eram gays e namoravam. E quem tivesse problemas com tal coisa, tinha que se haver comigo e com a Gémea. Somos amigas deles os dois e ninguém se mete com os nossos amigos.
- Eu não estava à espera de ter ver aqui. – Disse Jack. – Eu achei que ainda estavas…uh…bem… - Parou de falar e começou a parecer desconfortável e até já estava a corar. Se toda a gente corasse quando está para dizer alguma coisa à Zoey, tinha-mos mais gente no mundo toda rosa.
- Pensaste que eu ainda estava escondida no meu quarto? – De certa forma, ajudou a terminar a frase do Jack. Ao menos, ela serve para alguma coisa.
Ele assentiu com a cabeça de forma afirmativa. Coitado. Mas ficava mesmo engraçado quando corava. Punha-o mais giro, isso era verdade.
- Não. – Disse a Zoey, de uma maneira firme. – Eu terminei com isso.
- Bem, está-na-hora. – Disse eu. Mas quando a minha Gémea estava prestes a continuar, um riso meio estúpido que vinha da porta atrás de nós, fez com que todos olhassem para trás.
Aquela cabra megera do inferno, a Afrodite, entrou pelo salão adentro e a rir, enquanto piscava os olhos para Darius. Darius era um dos novos Guerreiros, e dos mais bons que podia haver, Filhos de Erebus, que protegem a Cada da Noite e virou o cabelo de uma forma muito snob para o meu gosto. Estava prestes a vomitar por causa daquilo a que estava a assistir. E de certeza que a minha Gémea estava a sentir o mesmo. Mas tive que me conter para não perder o controlo de mim.
Enfim. Há factos na vida que são demasiados estranhos e inexplicáveis, como o facto de a Afrodite ter encontrado alguém que a ature. Eu cá não me vou meter. Ainda apanhava o vírus da “vádia” que anda a surtir pela Casa da Noite. De certeza que a Afrodite pegou-o à Zoey.
Esqueci por momentos aquelas imagens e voltei a minha atenção para o meu prato, continuando a comer o que lá havia.


Que Nyx vos abençoe!

Loren Blake por Mariana Gomes

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A nossa querida Mariana Gomes deu-nos a ideia para o Loren Blake, segundo ela ele é "perfeito" para o papel. E vocês?




Que Nyx vos abençoe!

Stevie Rae por Joana Pereira

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A nossa querida Joana Pereira enviou-nos hoje a sua ideia de Stevie Rae. Que acham?


Que Nyx vos abençoe!

domingo, 30 de Maio de 2010

1º Lugar no top

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

É com muita alegria que comunicamos que a nossa querida saga, Casa da Noite, continua em 1º lugar no top da Bertrand com o livro Indomável, e agora também estamos em 1º lugar no top da Fnac. Infelizmente continuamos em 7º lugar na Wook. Estamos a ir por um óptimo caminho pessoal, estamos em primeiro lugar em duas das maiores livrarias de Portugal, mais um pouco e já temos as autoras a passar por cá para nos darem uns autógrafos xD

Que Nyx vos abençoe!

T-shirts Casa da Noite

Olá a todos =)

Relembro que podem enviar as vossas imagens e sugestões para as t-shirts exclusivas da Casa da Noite Pt para o email do blog. Podem usar imagens, frases e fotografias alusivas à nossa grande saga. Lembrem-se, todas as imagens oficiais da House of Night não poderão ser usadas, devido aos direitos de autor, incluindo todas as capas e imagens do site oficial.
Ficaremos à espera das vossas ideias =D

Que Nyx vos acompanhe!

sábado, 29 de Maio de 2010

PC Cast em concerto dos Glee

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A nossa querida autora foi ver uma espetaculo do elenco da série glee, que eu por acaso gosto muito x'D

Foto do exterior:

Foto das coisas para venda. A nossa autora comprou uma tshirt :p

Foto do concerto:


Quem não conhece a série Glee, têm aqui o trailer:


video

Que Nyx vos abençoe!

Fanfic: Forgiven - Capitulo 7

Zoey

Depois da longa maratona de filmes secantes, ao fim do dia em que desmaiara por Erik provar do meu sangue, deitei-me na minha cama. Não sonhei com nada excepto um gatinho cinzento, daqueles dos anúncios Whiskas, com uns olhinhos verdes lindos. Nala ia barafustar se soubesse que tinha sonhado com outro gato para além dela.
Acordei nesse momento. Não ia conseguir dormir. Não podia sair da escola. Não tinha Stevie Rae por perto. Nem a Avó. Olhei para o relógio. Pois… eram oito da manhã, o que… se a minha matemática não me engana (o que é mais provável acontecer)… dormira duas horas, mais ou menos. Decidi ligar à Avó. Abri o aparelho que tinha na mesinha ao meu lado, onde estava também a flor de alfazema que ela me tinha dado nos anos, e liguei a luz de crescimento. Depois olhei para o visor. Tinha uma mensagem do Heath. Não liguei. Veria mais tarde, depois de falar com a Avó. Marquei o número dela e esperei uns segundinhos (que mais pareceram anos), até que a doce conhecida voz me falou:
- Zoeybird? És tu filha? – disse a Avó
- Sim, Avó, sou eu. Tenho saudades tuas.
- Oh minha u-we-tsi a-ge-hu-tsa – adorei ouvir o termo cherokee para filha – eu também tenho saudades tuas, achas que posso ir aí ver-te?
- É melhor não, Avó. Têm havido mortes de vampyros, e a Neferet lançou um sortilégio, para além de que a escola está a ser guardada por montes de guerreiros vampyros. Podes vir na próxima visita mensal.
- Está bem. Então conta-me das novidades! Sei que se passou alguma coisa entre ti e os teus amigos, Zoey. – a Avó sabia sempre quando estava triste ou a explodir de alegria.
- Fizemos as pazes. E acho que posso ter o Erik de volta. Quer dizer, já não tenho Impressão com o Heath. E… bem… eu gosto mesmo dele a sério. Mas… - hesitei
- Oh Zoeybird estou tão contente por ti! Se pudesse dava-te um abraço! Mas…– disse a Avó
- Nyx disse-me que não podia ficar com o Erik, Avó! Mas eu amo-o tanto!
- Oh Zoeybird, vais conseguir passar isto, consegues sempre, és uma cherokee dura de roer!
- Tens falado com a mãe? – disse depois de me rir do que a Avó dissera.
- Não minha filha. Não tenho falado nada com ela desde o dia dos teus anos. Sabes? O dia em que chamei monte de merda ao traste do marido dela? – ri-me outra vez.
- Lembro-me bem. Achas que ela vai falar comigo se eu lhe ligar? Preciso de saber se ela está bem. Acho que as mortes dos vampyros possam ter alguma coisa a ver com o Povo da Fé… - disse.
- Acho que ela te vai atender, mas se acusares aquele maridinho dela, bem podes preparar-te para receber um sermão, fofinha.
- Hum… Acho que tens razão. Vou ter calma. Avó tenho de desligar, vou tentar dormir mais um bocadinho está bem?
- Dorme bem u-we-tsi a-ge-hu-tsa – desliguei a chamada e vi a mensagem que Heath me mandou, há quase uma semana…
# ZOEY, Q SE PASSOU? SENT-M ESTRNHO. LIGA-ME POR FAVOR.
Raios… Ele ainda estará a pensar em mim, depois de não lhe ter respondido à mensagem? E é quando ouço o toque de mensagem vindo do meu telemóvel. É do Heath.
#ZO, PQ E Q N ME LIGST? TENHO ESTADO A PENSAR EM TI. LIGA-M PRECISAMOS DE FALAR.
Apresso-me a responder: #SÓ OLHEI PARA O TELML AGR. ESTOU CANSADA. LIGO-TE DEPOIS.
#QD?
#POR VOLTA DAS SEIS, TÁ BOM?
#OK.
Pronto. Tinha mesmo de dormir. Comecei a contar carneirinhos. Um, dois, três… Nem cheguei ao cinco. Adormeci sem sonhos nem pesadelos. O que era reconfortante. Mas ouço outra vez o telemóvel. Quando é que aprendo a desligá-lo?

Zoey Redbird por Joana Pereira

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Trago-vos hoje a Zoey Redbird aos olhos da Joana Pereira. Que acham? Eu cá adorei. É linda!

Que Nyx vos abençoe!

sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Novo cabeçalho

Olá pessoal!
Bem após o contacto da minha querida Inês, fiz um novo cabeçalho! Espero que gostem mais deste, foi uma coisa assim feita em cima da hora pois não tenho tido muito tempo.
Espero deixar-vos com água na boca e que leiam todos o Indomável já já!!! Hihi
Que Nyx vos abençoe!


Sara

Fanfic: Desesperada- 2º Capitulo


2º Capitulo (Atenção: Spoilers pertencentes ao livro Escolhida e seguintes. Se só leste até Escolhida encontrarás spoilers também.).

Natacha
Uma das coisas que reparei enquanto Lenóbia me levava ao dormitório era que todos os caloiros ou vamps tinham uma espécie de insígnia.
- Lenóbia, porque é que todas as pessoas nesta escola têm uma espécie de insígnia na roupa? - perguntei.
- São símbolos que nos permitem destingir os alunos terceiranistas, quartanistas, quintanistas e sextanistas. O dos terceiranistas são o labirinto prateado da Deusa Nyx, representa um novo começo, como eles caminham o Caminho da Noite e aprendem os modos da Deusa. As asas douradas de Eros são o símbolo dos Quartanistas. Eros, o deus do amor, é a criança semente de Nyx. O símbolo lembra os quartanistas da capacidade de Nyx para amar e também representa o movimento contínuo dos estudantes adiante. O quinto emblema representa a carruagem dourada de Nyx que puxa um rasto de estrelas. A carruagem ilustra a continuação da viagem dos quintanistas no caminho de Nyx. Os sextanistas usam o emblema dos Destinos, as deusas do destino. As tesouras significam o fim do tempo dos alunos na Casa de Noite. E por fim os dos professores é em prata, a imagem de Nyx com os braços erguidos venerando uma lua crescente - explicou-me Lenóbia.
- Agora percebo, eu também tenho um?
- Sim está no teu quarto, em cima da cama juntamente com o teu horário.
- Ok, obrigada. Tenho um quarto só para mim?
- Não querida, são raras as pessoas com quarto individual, vais partilhar o quarto com uma caloira vermelha, Vénus.
- Não temos todos as marcas azul safira?
- Tínhamos, até à algum tempo se descobrir que a nossa antiga alta-sacerdotisa transformava os alunos que rejeitavam a mudança numa espécie de mortos-vivos sugadores de sangue, desculpa a expressão.
- Sem problemas, então tenho de ter cuidado com a minha companheira de quarto, ela pode-me sugar o sangue, não? - perguntei preocupada.
- Não te preocupes, Zoey é uma caloira especial, tem afinidade com todos os elementos, a melhor amiga dela também rejeitou a mudança e ela descobriu o que lhe tinha acontecido, que tinha sido transformada num “monstro”, então procurou maneira de a ajudar e como todos os seus amigos mais chegados têm cada uma afinidades com um dos elementos, lançaram um círculo, e Stevie Rae ficou a primeira vampira vermelha e todos os outros que eram como ela ganharam luas crescentes vermelhas. O vermelho é um escarlate mesmo da cor do sangue.
- Então eles já são bonzinhos?
- Sim, e é aqui o teu quarto.
Entrei no quarto, olhei em volta para me familiarizar com as mobílias. As camas eram de madeira preta, juntamente com as mesas de cabeceira e as secretárias de estudo. As estantes faziam contraste, pois em vez de serem de madeira preta eram de madeira branca mas ficavam lá muito bem. As colchas das camas eram em roxo clarinho, os cortinados e as almofadas eram cinzentos. Adorava o meu novo quarto.
- Olá - cumprimentei Vénus - sou a Natacha.
- Olá - disse-me ela com mau humor.
- Vénus tenta ser mais simpática, a Natacha é nova cá e não queremos que ela comece com o pé esquerdo, mostra-lhe a escola e sê amiga dela - disse Lenóbia.
- Sim, tanto faz - respondeu Vénus.
Lenóbia saiu do meu dormitório.
- Qual é a minha cama? - perguntei, mais ou menos para meter conversa.
- És do lado esquerdo, em cima da cama está o teu horário e a tua insígnia.
- Ok, obrigada. Já agora, onde é a casa de banho, estou aflitinha! - e isto não era mentira, estava mesmo aflita.
- Estás a ver ali uma porta ao fundo do quarto? – perguntou Vénus.
Acenei positivamente com a cabeça.

******
Quando voltei da casa de banho Vénus já tinha saído. Olhei para o relógio, era meia noite, reparei no horário e vi que era hora do intervalo, logo, devia ter tempo para encontrar a sala onde ia ter aulas. Saí do quarto, distraída.
- Desculpa, não te vi. Sou Natacha Vamp muito prazer - disse à rapariga com quem choquei, devia ser uma professora, pois tinha as marcas expandidas não só pela cara mas também pelo pescoço e ombros.
- Muito prazer, sou Zoey Redbird.
- A minha orientadora, Lenóbia, já me falou de ti, foste tu quem salvou os caloiros vermelhos e a vampira vermelha.
Zoey era linda, tinha cabelo preto comprido, marcas cor de safira expandidas (e era apenas uma caloira). De trás dela saiu uma rapariga com cabelos loiros, curtos e encaracolados, com uma camisa branca e com um colete de ganga por cima, calções de ganga e botas à cowboy. Mas esta não tinha marcas cor de safira mas sim vermelhas cor de sangue.
- Olá eu sou a vampira vermelha de quem falavas, sou Stevie Rae, mas agora não sou a única vampira vermelha, Stark é meu colega, somos nós que damos aulas aos vampiros vermelhos.
- Muito prazer, podem ajudar-me a encontrar a sala? Não sei onde fica, acho que estou perdida...

quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Fanfic: Unprotected - 2º Capitulo

Capítulo 2

Savanna Miller – E se me deixassem morrer de uma vez?

“Merda da dor de cabeça!
Merda da dor de costas!
Merda da dor de… Hum?” Foi o único pensamento que me ocorreu. Doía-me o corpo e a cabeça, mas não havia nem uma sombra da dor de pulmões.
Mas onde raio é que eu estava deitada? As camas de hospital costumam ser confortáveis… Ou seria aquilo uma cama na Morgue? – e depois lembrei-me: Ah! Eu estava morta! Pois é, estou sempre a esquecer-me destes pormenores insignificantes.
Abri os olhos. Tinha uma certa expectativa em relação ao que iria encontrar… E eu iria adorar se estivesse dentro de uma casinha minúscula, com um belo bife acabadinho de fazer e um pacote de batatas fritas… E um rapaz. Um rapaz tão giro como Bernard, mas com corpo de atleta, cabelo loiro, olhos azuis e muito, muuito, querido… O que é? Estava morta, qual o problema de criar aquele tipo de expectativa?
No entanto, fiquei ligeiramente frustrada quando abri os olhos… Ok, muuuito frustrada.
Alguém me tinha enfiado num beco sujo e em mau estado, muito apertado e entre duas grandes casas.
Bem, tal como a morte era uma treta, o paraíso era uma treta… E eu não merecia o Inferno… Ponto.
Levantei-me, estranhando a facilidade que tinha em erguer o meu corpo, outrora demasiado frágil para se poder erguer sozinho… Um ponto para o pós-vida.
Massajei a testa dorida enquanto percorria o beco escuro… Oh, alguém ia pagar-mas pelo que me tinham obrigado a fazer!
A noite lá fora estava calma, com uma leve brisa a murmurar aos meus ouvidos… No entanto, a cidade não parecia estar.
Janelas partidas, parapeitos e varandas destruídas, caixotes do lixo derrubados, estradas esburacadas… E mais, muito, muito mais.
E não era só: toda a localidade exalava um cheiro adocicado e enjoativo a carne podre… Mas eu não via lá muita carne… Só ossos, muitos ossos. A carne já mal existia.
Credo, o que é que eu fizera de tão mau para ir parar ao Inferno? Ou pior… Aquele sitio era aterrador, completamente aterrador, e eu não tinha companhia.
-Oh Minha Deusa! –Exclamou uma voz do outro lado da rua. Os meus olhos revistaram-na, à procura da origem do som, mas não encontraram nada… Até… -Conseguiste fugir? Como?!?
Alguém corria velozmente na minha direcção, fazendo os meus joelhos tremer de medo e um arrepio subir-me pela espinha… “Por favor não me comas! Por favor não me comas!” Sussurrava a voz estúpida e cobarde que toda a gente tem na cabeça.
No entanto, não foi bem isso que me apareceu à frente.
-Anda, eu levo-te à Zoey! –murmurou um homem possante, agarrando o meu braço –É perigoso andar aqui à noite. Jack, por favor, tem calma.
Olhei, embasbacada, para o homem que se erguia à minha frente… Era… Bem, era lindo – e parecia uma montanha.
-Mas Dário! –sussurrou a primeira voz que eu ouvira, provavelmente a do tal Jack. E nesse momento, surgiu um rapaz mais pequeno e magro, com o cabelo loiro desalinhado e com um aspecto sujo –Ela conseguiu fugir! A Zoey tem de saber! Talvez tenhamos de mudar os nossos planos e…
Deitou-se numa longa conversa com o suposto Dário… Zoey? Não me dizia nada. Dário? Só me dizia que era lindo e sensual. Jack? Bem… Só me dizia que parecia ligeiramente histérico e sublinhava algumas palavras de um modo estranho.
E depois olhei melhor… Muito melhor, para as caras deles. Olhei o suficiente para distinguir, ao de leve, um esboço de meia lua e uma meia lua preenchida, decorada com vários padrões ao longo da cara… Mas como é que eu não vira logo?
Arranquei o braço da mão de Dário, demasiado distraído para me agarrar correctamente, e fiquei ali, a fitá-los enquanto conversavam.
-O que foi? –perguntou Dário, interrompendo-se. –Alguma coisa errada?
Não consegui falar. Limitava-me a fixar a sua tatuagem brilhante com um misto de surpresa e horror.
-O que foi? –repetiu, hesitante. Um facto: Não tinha jeito para adolescentes em estado de choque. Mas também não me tinha batido, por isso…
Engoli em seco, tentando suprimir as palavras menos próprias que faziam a minha garganta flamejar. Eu nunca tivera uma opinião formada sobre os vampyros… Conhecia quem gostasse, quem fosse imparcial e quem os odiasse… Eu simplesmente nunca tinha pensado no assunto. No entanto, agora estava a olhar para um campo desolado e cheio de morte… E só estavam ali eles… Só podiam ter sido eles…
Afinal, eles vinham mesmo do Inferno… Era lá que eu estava, certo?
-Hum… Dário –chamou Jack. O meu olhar permaneceu estático –Eu acho que ela… Hum… Foi Marcada à pouco tempo!
Hum? Marcada? Eu? Mas o que raio é Marcada? Bem, eu sinto que tenho a obrigação de saber, mas simplesmente não me consegui lembrar onde já ouvira aquilo…
-Achas? –perguntou Dário, parecendo observar-me com mais atenção.
-Acho –respondeu o outro –Ainda está meio esbatida, vês?
E depois passou os dedos pela minha testa.
Quase que consegui ouvir um “click” no meu cérebro, porque de repente tudo fez sentido: A excelente visão nocturna (pela qual só tinha dado agora, dado não haver luz), a mulher a entrar no quarto, a dor de cabeça horrível, o facto de falarem comigo como se fosse dos deles, os dedos dele a percorrer a minha testa…
Mas como? Bem, fosse como fosse, eu não estava morta, e isso era bom. Queria lá saber do resto.
Mas havia algo que não batia certo… «Está errado. Tu devias… Bem, ela não te Escolheu, mas eu Escolho-te! Tu pertences-me, e não partirás já!» ecoava na minha cabeça… OK, isso não fazia sentido. Nem aquele caos todo.
-Onde… Onde é que estou? – forcei a minha voz a perguntar.
-Estás perto da Casa da Noite de Tulsa, estás em Tulsa, No Oklahoma. – esclareceu Jack.
Abafei um grito. ONDE? Era impossível, eu vivia em Washington… E havia uma Casa da Noite naquele sitio, isso eu sabia muito bem…
Mas depois o nome Tulsa trouxe-me outra memória…
A memória de à dois dias, no noticiário das cinco… E em todos os Canais.
«Ninguém sabe ainda o que se passa em Tulsa, Oklahoma. Não há registo de qualquer chamada vinda de lá, ou de qualquer chamada atendida. As empresas eléctricas afirmam que a sua energia continua a ser utilizada, mas que não sabem onde, apenas nos sabem dizer que usam agora dez vezes menos energia do que ontem de manhã. As estradas estão bloqueadas de uma forma inexplicável, como que uma barreira intransponível, como explica o general Lewis, comandante das forças armadas.
»O tráfego aéreo está também em pandemónios e não é possível circular na zona devido à enorme praga de Corvos.
»Tulsa não dá noticias de vida nem de morte, e está agora isolada do resto do seu estado. Várias pessoas residentes nas proximidades ofereceram-se para vir explicar o caso e… »
Bem, depois disso tinham-se seguido várias mulherezitas velhas a falar sobre corvos, alguns tarados a dizer que aquilo era obra dos Vampyros (que eram sempre culpados quando algo assim acontecia…) e outra meia-dúzia de pessoas a relatar o que tinha acontecido na altura em que Tulsa se “fechara” do resto do Oklahoma…
E eu estava em Tulsa, no Oklahoma.
-Achas que devemos levá-la? –perguntou Dário.
-Não sei… Acho que a devíamos levar porque…
Jack foi interrompido por um horripilante crocitar, um som que percorreu o ar e quase me furou os tímpanos.
Olhei para o céu, em busca da origem do ruído, e deparei-me com um vulto preto lá no alto.
-Estivemos cá fora tempo de mais… -murmurou Dário.
Jack protegeu as mãos com a cabeça, todo choroso, e começou a correr, pegando num enorme saco de plástico que tinha pousado.
Dário esticou a mão para mim.
-Vem, nós damos-te abrigo.
Mas eu não o ouvi. Estava demasiado petrificada de Terror… «corvos… corvos a travar o Tráfego aéreo… Os pássaros não voavam tão alto… Ou não deviam.».
Ignorei os resmungos e chamamentos de Dário e desatei a correr, tentando escapar à criatura que, de qualquer maneira, me tinha assustado de morte.
“Por amor de Deus, Savanna! É só um pássaro!” gritava um lado de mim. O outro lado de mim dizia que eu devia continuar a correr.
-Savanna! – ouvi o meu nome a ser gritado, quando um vulto correu na minha direcção. Estava farta de vultos.
Uma mulher ruiva, alta e bonita chegou perto de mim, apertando-me num meio abraço. Não reagi, tal era o pânico ainda dentro de mim.
-Voa mais alto, meu filho, que aqui não encontras jantar! – gritou a mulher – e, por mais espantoso que pareça, ele ouviu-a e fugiu, ainda a crocitar.
-Anda filha, eu levo-te para dentro – disse a mulher, com uma voz calorosa. Depois deitou-se a explicar-me tudo –Eu sou Neferet, Sumo-Sarcedotista da Casa da Noite de Tulsa. E é aí que tu estás. Ah, e não te preocupes com ele – fez um aceno de cabeça na direcção do céu –É só mais um Corvo esfomeado. Eles nunca te fariam mal!
“Talvez não a mim, que sou uma aberração…”
-Eu… Eu… O que é que se passa aqui? – perguntei, com a voz trémula. Tinha medo. Medo do pássaro. Medo da Neferet. Medo de mim.
Neferet suspirou, com um ar triste, melancólico e cansado.
-Infelizmente, os humanos esqueceram-se de que tínhamos tréguas… Foi horrível, destruíram tudo por onde passaram… E Nyx apoiou-os! – a sua voz parecia conter, agora, um toque de veneno e raiva abafados –Deixou-os destruir-nos, incitou-os a fazê-lo! Imagina, a nossa Deusa virou-se contra nós!
OK, eu sabia quem era Nyx, sabia que os vampyros a adoravam… E sempre ouvira dizer que ela era generosa e pacifica… Ou pelo menos era o que se dizia, quer dizer, vocês sabem como é: Liceus, os factos distorcem-se facilmente.
Nefret prosseguiu:
-Por isso, tivemos de pedir ajuda a outra divindade… Erebus, consorte de Nyx, veio para nos apoiar! E os Corvos vieram com ele, para nos ajudar também!
Ela conduziu-me por centenas de corredores intrincados, num grande edifício da cor das trevas.
-São seis da manhã, tens de ir dormir! Se quiseres, Savanna, podes ficar no edifício dos professores, até eu descobrir como vieste cá parar. Deves saber que Tulsa está isolada.
Acenei, com a cabeça hirta. Ela não parecia minimamente afectada por isso, apenas triste… Muito triste. Veio-me à cabeça que talvez ela não quisesse aquilo, talvez ela fosse obrigada a isso… Talvez ela não fosse má…
Estava cansada, tão cansada que nem me apercebi bem do caminho. Limitei-me a ser encaminhada por vários corredores, até chegar a um quarto pequeno.
Nem me apercebi bem de como é que ele era, limitei-me a deitar-me e a adormecer de imediato.



Tina

Nova fanfic: Recuperada

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Temos uma nova fanfic no nosso blogue de fics com spoilers. Esta fic chama-se "Recuperada", é uma continuação de Tempted e será postada todas as Quintas-Feiras pelas 17h.

Espero que gostem.
Que Nyx vos abençoe!

terça-feira, 25 de Maio de 2010

Fanfic - All Right - 5º Capitulo


5º capítulo
- Pois, como queira. Vou-me embora e nunca mais volto, melhor para mim, pior para vocês. – Afrodite sacudiu o cabelo, mais uma vez, virou costas e foi-se embora.
Aquela rapariga não tinha mesmo salvação possível, a não ser que Nyx lhe abrisse os olhos e aí talvez ela escolhesse um caminho melhor. Virei-me para Neferet e vi claramente que ela estava preocupada.
-Peço desculpa mais uma vez Neferet eu devia ter ido embora e… - Neferet levantou a mão para que eu parasse de falar.
- Não te preocupes minha querida, eu compreendo a tua reacção quanto à Afrodite, ainda me custa crer que ao longo de tantos anos eu nunca tenha reparado nos actos dela. Se tivesse reparado mais cedo talvez as coisas não tivessem chegado a este ponto. – disse enquanto olhava para mim.
De repente senti um cheiro maravilhoso, meu conhecido mas que não consegui perceber do que se tratava. Era atractivo e chamava-me e eu queria ir ao seu encontro.
- Neferet, está a sentir? – perguntei na esperança de não ser a única a sentir esse cheiro irresistível. Ouvi tossir e percebi logo do que se tratava.
- Oh minha Deusa! Este cheiro vem do quarto da Afrodite. – dito isto, Neferet correu para o quarto de Afrodite e eu seguia-a.
Afrodite estava no chão de joelhos, tossia compulsivamente e a sua roupa (que devia ter sido caríssima) estava cheia de sangue, os olhos dela estavam tão vermelhos que quase não se via a parte branca. Fui para ao pé dela, ajoelhei-me e tirei-lhe os cabelos para trás. Sim eu sei que tínhamos tido uma discussão feia, mas ela estava mesmo a sofrer e eu sentia-me na obrigação de a apoiar, não me perguntem porquê, mas sentia.
- Porque é que me estás a ajudar? – perguntou Afrodite com uma voz que metia dó.
- Não fales, tens de poupar energias. Neferet, não pode fazer nada?
- Infelizmente não minha querida, uma vez que o processo da rejeição começa ninguém pode fazer nada. O que posso fazer é dar-lhe qualquer coisa para as dores, ainda bem que ando sempre com um frasco, toma – Neferet chegou-se junto de nós e passou-me o frasco – dá-lhe de beber, ela vai se sentir melhor.
Fiz o que Neferet disse, e quando acabei vi que Afrodite mostrava um ar mais calmo, virou os seus olhos para mim e disse:
- Desculpa ter sido tão cabra, acho que só queria atenção, espero que me consigas perdoar algum dia, e já agora, acho que vais dar uma boa Sumo-Sacerdotiza. E Neferet,- disse virando a cara para ela - desculpe ter sido tão mal educada eu realmente mereço morrer…
- Não digas isso Afrodite, ninguém merece morrer, muito menos alguém que foi abençoado pela nossa Deusa, que de certeza estará a chorar por ti neste momento. – Neferet sorriu para ela e passou-lhe a mão pelos cabelos – E não te preocupes, estás desculpada.
- Zoey também me perdoas? Preciso de saber isso antes de partir…
- Claro que perdoo, seria muito cruel se não perdoasse.
- Obrigado…- e foi a última palavra dela. Deixei que Neferet me ajudasse a levantar, e entretanto já tinham chegado alguns vampyros adultos para levarem o corpo dela.
Só me apercebi que estava a chorar quando senti a cara molhada. Passei as costas das mãos pelas lágrimas e tentei recompor-me. Fiquei abalada com a morte dela, mesmo sendo inimigas. Fiz uma prece silenciosa a Nyx para que cuidasse da alma de Afrodite e que a guarda-se do mal.
- Estás bem Zoey? – Neferet veio até mim e abraçou-me.
- Sim estou, acho eu…
- Fiquei admirada com a tua atitude, não é qualquer um que faz o que tu fizeste hoje, ajudar uma pessoa de quem não gostamos é um grande acto Zoey. Mas agora deves querer ir mudar de roupa e tomar o pequeno-almoço com os teus amigos, certo? – assenti – Muito bem, vai lá minha querida. Só mais uma coisa, preciso de falar contigo podemos nos encontrar ao almoço?
- Claro, vou ter consigo onde?
- Que tal ao Templo de Nyx? Acho que é o melhor sítio.
- Okay, depois das aulas vou lá ter.

Feliz Aniversário Joana!

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A Casa da Noite Portugal quer desejar um Feliz Aniversário à nossa fã Joana que faz aninhos hoje.

Muitos parabéns querida!


Que Nyx vos abençoe!

PS: Obrigada à Inês por nos ter avisado.

Novo cabeçalho!

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Veio atrasado, mas aqui está ele. O NOVO CABEÇALHO relativo a Indomável!!! Espero que gostem ;)

Já agora, uma nova poll. Já tens o Indomável? xD

Que Nyx vos abençoe!

Prof. Nolan

Feliz encontro Filhas e Filhos das Trevas!

Como grande fã que sou xD decidi recriar as personagens da Casa da Noite. Desenhei todas as tatuagens tal como estão descritas no livro e caracterizei a minha melhor amiga (não teve outra escolha, eu obriguei-a lol), uma fotozinha ali...uma pequena montagem aqui...e este foi o resultado depois de algumas horinhas de trabalho. Deixo-vos as fotos da Prof. Nolan. Assim que tiver tempo recrio o resto das personagens.






Relembro que foi tudo criado e escolhido por mim...desde da pintura às roupas xD Espero que gostem. Deixem as vossas opiniões

Que Nyx vos abençoe!

Informações: Wrong e Blessed

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Venho por este meio avisar que o nosso querido Vitor vai fazer uma pausa na fanfic Blessed devido a motivos pessoais. Mas quando poder volta, e acredito que em força ;)

Já vi também perguntas sobre a fanfic Wrong e devo dizer que, quando não postamos a continuação de uma fic, é porque o autor não nos enviou mais capítulos.

Espero que tudo esteja esclarecido.

Que Nyx vos abençoe!

segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Casa da Noite no Mundo

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A nossa querida Eliana quis partilhar uma coisa connosco. Ao ir ao NoryeShopping, Porto, viu esta foto na Bertrand.

(Clica na foto para ver melhor)

Devo dizer que vi uma idêntica na mesma livraria, mas no Gran Plaza, Porto. Mas juro que aquela frase do "Herdou os fãs de Crepúsculo" já me irrita. Olha eu nunca li o Crepúsculo e ADORO Casa da Noite x'D

Eliana Também foi a Alasca na semana passada e viu uma loja que vende coisas da Casa da Noite, como esta pulseira que ela comprou.


(Clica na foto para ver melhor)

Em euros a pulseira devia render uns 13€. Digamos que é um bocado apertado --'

Envia-nos também as tuas fotos da Casa da Noite ;)

Que Nyx vos abençoe!

domingo, 23 de Maio de 2010

Mau tempo em Oklahoma

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Mau tempo em Oklahoma causou duas vitimas graves. Esperemos que fique tudo bem com estes conterrâneos da nossa autora.

Que Nyx vos abençoe!

Blessed - 7º Capitulo



SETE
Melissa


Enquanto caminhava por entre o seco e espesso feno que estava espalhado no chão das cocheiras, senti uma leve brisa que pairou sobre o meu corpo. Arrepiei-me logo e comecei a ficar um pouco resfriada. E eu a pensar que os vampyros não sentiam nem calor nem frio. Sempre imaginei que fossem daquele tipo que só bebe sangue. Enfim…rumores exagerados, pensei eu.
- Estás bem? – Dissera a Lenobia, oferecendo-me um casaco. – Aqui por estes lados costuma soprar mais vento do que é costume.
- Obrigada. – Respondi, vestindo-o de seguida. – Mas há uma coisa que não percebo. Aliás, que não percebi desde que aqui cheguei.
- E o que é que não percebes, criança? – Por um lado, odiei que me tivesse chamado aquilo, mas por outro, achei uma certa piada.
- Muita gente do meu bairro…quer dizer…do meu antigo bairro, dizia sempre que este sítio era uma escola de monstros e coisas afins ou que estavam aliados a Satanás e que todos os que estavam aqui eram monstros sobre a terra. – Já tinha pensado nisto meses antes de ser Marcada…enquanto ainda era uma humana.
- Isso são apenas argumentos baratos e completamente estúpidos, se queres que te diga. – Disse ela, com voz firme e directa. – Ninguém nos pode criticar sem nos conhecer primeiro. Fazem julgamentos com base em casos particulares, mesmo sabendo que muitos de nós não têm culpa. Enfim…continua, por favor.
Esta professora era simples e convicta. Mostrava um sentido de honestidade enorme. Uma das poucas qualidades que se pode encontrar numa pessoa. Tudo aquilo que sabia sobre os vampyros de nada valiam quando confrontados com a realidade.
- Este sítio serve para quê?
- Poucos iniciados perguntam isso, mas pelos vistos, tu és um caso raro. A Casa da Noite serve para ajudar os estudantes marcados a passar pela Mudança. Alguns completam-na e tornam-se vampyros adultos. Mas há outros cujo corpo pode rejeitá-la e pode… - Enquanto pronunciava as últimas frases, um pesar na sua voz começara a notar-se, embora fosse pouco nítido.
- Pode o quê? – Agora tinha ficado curiosa e, ao mesmo tempo, preocupada.
- Não queria estar a alarmar-te, porque este é o teu primeiro dia. Alguns acabam por se aperceber daquilo que lhes poderá acontecer dias após…
Interrompia-a e então disse logo:
- Por favor, diga-me. Eu não sou nenhuma criança. Eu posso aguentar.
- Ok. Aqui vai…aqueles que não completam a Mudança, morrem.
Aquela mensagem fora um completo choque para mim. Eu podia morrer? Mas…tudo acontecera de forma tão repentina. Já a minha Mudança seria algo muito pesado para carregar em cima dos ombros, mas ter que me preocupar com a minha possível morte era outra coisa. Mas também já tinha pedido aos céus que levassem a minha alma deste mundo. Por isso…se morresse já me estavam a fazer um favor e nada mais do que isso.
Mas o mais estranho que pensara logo naquele momento era se algum dia alguém sentiria a minha falta. No que é que eu estava a pensar? Claro que ninguém sentiria. Nem sei sequer se o meu pai mostraria algum tipo de sentimento se me visse num caixão. Não tinha amigos nem amigas que quisessem saber de mim ou que quisessem saber daquilo que sentia. Sou apenas mais um ponto neste planeta. Um ponto insignificante cuja vida estava destinada à desgraça e ao fracasso.
Enquanto as outras pessoas levavam a sua vida com normalidade, eu sentia inveja delas. Sentia isso, porque elas tinham algo especial em si. Tinham um pouco de tudo, enquanto eu nada tinha. Bem…eu tinha uma casa e isso. Mas queria algo mais. Eu queria alguém que fosse gentil para comigo…que fosse amável e, mais importante de tudo, que gostasse de mim como eu era.

Lenobia

Em todos os meus anos de ensino, nunca encontrara uma aluna assim como esta. Ela era jovem e forte, pelo que eu conseguira perceber. Seria uma iniciada prodigiosa, no meio de tantas outras? Talvez, mas isso só se saberia quando ela começasse a seguir o seu horário – isso é certo. Agora tinha mais um cargo a exercer. Não era só professora dela. Era também a sua mentora. Eu teria de guiá-la neste percurso que a deusa criou. Teria de orientá-la nas suas decisões, para a ajudar no seio do certo e do errado. Teria um fardo enorme, mas seria interessante ver como é que ela se sairia. Mas uma coisa me preocupava. Em todas as palavras que trocáramos, o seu tom de voz foi sempre o mesmo. A tristeza estava misturada entre aquilo tudo que ela dissera. Eu gostava de a puder ajudar de alguma forma.
- Algo te preocupa, Melissa? – Perguntei eu, deixando-me levar pela minha impetuosa “sinceridade”.
- Não. Bem…é algo que…oh, deixe estar. Não é nada. – As palavras soaram breves como frases de um livro, mas curtas como a publicidade que dava na televisão.
- Sabes que podes contar comigo para te ajudar. Tens a minha palavra de honra.
Uau. Nunca tivera que usar a minha palavra ou um juramento qualquer com muitos alunos, mas fi-lo com aquela rapariga. Engraçado – pensei eu.
-Ok. Podia guiar-me até ao meu dormitório? Estou um bocado cansada. E preciso de me preparar para começar com outra vida escolar. Que seca. – Dizia ela, enquanto deitava um olhar meio aborrecido, meio calado.
Achei piada o que ela disse. Queria rir-me até parar, mas não podia. E não queria mesmo. Causar má impressão à minha iniciada não constava na minha lista.
- Vais ver que a Casa da Noite não é assim tão aborrecida. Há muitas maneiras de se divertir por aqui. Temos tanta coisa que os humanos não têm. E temos uma coisa que alguns não têm – crença e amor. Enquanto alguns não crêem em nada, nós temos a nossa deusa Nyx, que nos ama como seus filhos e que nos guia durante a vida eterna. Mas agora também não vou estar com muitos rodeios, visto que queres ir descansar. Segue-me, Melissa. – Dizia eu, a levava para fora das cocheiras.
Depois limitei-me a levá-la até aos dormitórios. E durante o caminho que fazíamos até lá, nada proferimos. Mas eu já tinha criado um elo com ela. Um elo de uma possível amizade.

sábado, 22 de Maio de 2010

A Jéssica foi Marcada xD

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Hoje trago-vos a Jéssica que foi marcada x'D Que acham?


Que Nyx vos abençoe!

Eclipse: The movie

Olá filhos e filhas das trevas!

Hoje deixo-vos aqui os posters oficiais do filme Eclipse que está para bem breve! :)






Fanfic: Forgiven - Capitulo 6

Erik

“Raios, raios, raios!” Pensei eu, assim que acordei. Afrodite era humana! Eu era vampyro adulto, com um sentido de audição de sangue a correr excelente, já agora. Como é que conseguiria andar com a Zoey (o que também não deveria fazer porque era contra as regras) e resistir a cada movimento de Afrodite sem lhe sugar o sangue? E agora Nyx tinha dado à Z aquela capacidade de “ler” os pensamentos que só os adultos têm! Estava em sarilhos. Tinha que me afastar da Zoey, não conseguia fazer isso; tinha de resistir à Afrodite, o que era muito mas mesmo muito difícil. Raios…
Desci do meu quarto no edifício dos professores e dirigi-me ao templo de Nyx. Fiz uma prece para que ela me ajudasse. Depois deixei-me ficar sentado a olhar o luar. Estava uma noite de finais de Dezembro fria, mas não me incomodava. Senti alguém atrás de mim mas não liguei. Devia ser só uma daquelas alunas lésbicas taradas pela religião e que passavam o tempo todo enfiadas no templo…
- Olá senhor professor Erik. – reconheci a voz como a de Zoey. Bolas… - Então, posso-me sentar aqui consigo?
- Z, primeiro: ainda não sou professor; segundo: pregaste-me um susto que me ia borrando; quarto: não precisas de pedir para te sentares, … - eu ia continuar mas ela interrompeu-me.
- Saltaste o terceiro.
- Hã? – disse nada sensual.
- Pronto, pronto, eu sei que não sou propriamente um crânio a matemática ( e não sou mesmo) mas sei que a seguir a dois vem o três e a seguir a segundo vem o terceiro. – explicou-me.
- Ah… Isso… - disse-lhe embaraçado. Depois dei-lhe um beijo na cara. Será que ela me tinha ouvido os pensamentos sobre ela e Afrodite? Ná… Não…
- Hum… Em que estavas a pensar antes de eu me tornar na tua explicadora de matemática? – sorriu-me.
- Em ti – não era propriamente mentira. Estava a pensar nela e na… Oh Deusa… a Afrodite acabara de passar e eu só lhe consegui seguir a veia do pescoço com o olhar. Zoey estava a olhar para mim… Deusa, deusa, deusaaaaa! Que eu haveria de dizer? Já sei!
- Erik – disse-me e levantou-se. Estava a olhar-me com uns olhos furiosos, até me pareceu ver o fogo a crepitar neles – Foi impressão minha ou tu estavas a seguir Afrodite com o olhar? Espera, a seguir o PESCOÇO dela?
- Zoey sempre que a vejo lembro-me de ti, de como nos olhámos naquele dia no corredor. É por isso que às vezes olho para ela… - tentei sair-me com esta, mas Z estava furiosa. Era óbvio que estava mais que fula comigo.
- Hum… Pois, pois… Bem então continua lá a olhar para aquele pescoço cheio de sangue vestido com uma mini saia que depois nos vemos – ela limpou as lágrimas que lhe corriam pela face. Raios… Ela também me traíra. Quando dei por mim já tinha falado.
- Tu traíste-me e não me perdoas um olhar? – ups. Asneira.
- Pois foi eu traí-te e chamaste-me puta. Agora que não tenho mais nenhum namorado oculto decides perseguir a Afrodite com o olhar? – tinha os olhos semicerrados empapados em lágrimas límpidas
- Zoey, eu amo-te mas tu sabes como é isto. Sentes o bater do seu coração e sabes onde está a passar o sangue nas veias. Se bem te lembras tiveste Impressão com um humano, aquele Heath
- Pois foi. Sei o que é. Mas ando demasiado confusa e assustada com a ideia de te perder que me deixo levar pelos ciúmes, como tu te deixaste levar quando o Loren nos apanhou na marmelada aqui, o que se traduz em eu sugar-te o sangue e tu apalpares-me a mama.
- Hum… - foi o consegui dizer. Nessa altura eles já deviam ter alguma coisa… Ela ficou envergonhada, e isso tudo mas agora não estava para discutir com ela. Não a queria perder. Avancei para lhe dar um beijo longo mas ela virou a cara deixando os meus lábios nas suas bochechas tatuadas. Pus os braços à volta da sua cintura enquanto ela tentava encostar a cabeça no meu peito, sem saber se o deveria fazer ou não. Ela já sabia disto… Pensei. Não lhe consegui entrar na mente. Como a Neferet disse, não se lhe conseguia ler pensamento algum…
- Gosto mesmo muito de ti, Z. – disse-lhe. Ela não me respondeu. Fungou e deixou que mais algumas lágrimas lhe corressem pela face. Será que se eu bebesse do seu sangue já não ficaria tão hipnotizado pelo de Afrodite? Só havia uma maneira de saber. Agarrei-lhe na mão, virei-a com a palma para cima e mordi-a levemente no pulso, com fiz na primeira noite em que faláramos. Aquele cheiro invadiu-me as narinas. Tinha de provar mais dele e dela. Tinha de lhe lamber aquela ferida escarlate. Assim o fiz, o sangue começou a correr mais e mais e ela ficou um bocado pálida naquela zona quando eu achei por bem parar (contra minha vontade, só não a queria ver morta). Ela estava ofegante, como eu ela tinha os olhos semicerrados e a cabeça para trás. Tinha mordido o próprio lábio. Deusa, estávamos em frente do templo, mas protegidos por uma árvore por isso não nos teriam visto.
Abracei-a com força e beijei-a nos seus lábios doces. Mais sangue, ela tinha aberto o lábio ao morder-se e não consegui evitar. Ela sabia deliciosamente bem! Pura inocência com verdade e mistério à mistura, Deusa, eu queria mais! Suguei-lhe o lábio até a sentir cair nos meus braços. Quanto sangue tinha eu bebido dela? Muito pelo que parece. Levei-a para o dormitório das raparigas e coloquei-a deitada num sofá ao pé do seu grupo. As gémeas olhavam-na com medo. Tal como os “machos” do grupo.
- Ela só está fraquinha. Vai ficar bem. – sosseguei-os. E o inevitável surgiu.
- Como é que ela desmaiou? – perguntou Jack – Já é a segunda vez em dois dias.
- Eu… hum… não sei… - menti – bem… nós estávamos na marmelada e ela tinha aberto o lábio e… vampyros adultos acabadinhos de Mudar não controlam totalmente os seus instintos – disse e tive a sensação de estar mais vermelho que um tomate, ou que sangue…
- Tu sugaste-lhe o sangue? – inquiriu Erin. Assenti, não lhes ia mentir. Mas agora era ela quem precisava de beber sangue, para repor as forças. Passei a unha pela minha mão que deixou correr um fiozinho escarlate para a boca dela, inconsciente.
- É sempre tãããão bom acordar a saborear o Erik, ou o seu sangue… Gente, vocês sabem disto do sangue e tal, não me culpem – A Zoey dizia sempre coisas destas nestas alturas…
- Zoey desculpa! – abracei-a.
- Não faz mal Erik. E, Deusa! Sabes me-e-e-e-e-smo bem! – ela revirou os olhos ainda a lamber as gotas do meu sangue que lhe tinham sido deixadas nos lábios. – Pronto não vou ser tão Afrodite – resmungou, depois de assimilar os olhares do grupo. Gostei quando ela disse que eu sabia bem. Fez-me sentir mais seguro quanto à Afrodite. Não me ia deixar levar por impulsos a não ser deste tipo: beijei Zoey calorosamente.
- Espero bem que não – sussurrou-me depois do beijo acabar. Raios, ela sabe sempre demais, tal como eu…
- ‘Tou para vomitar! – disse Shaunee
- Idem, idem Gémea – concordou Erin
Jack aproveitou a deixa para beijar Damien também. Depois surgiu-me uma ideia.
- Hum-Hum – pigarreei – e se eu chamar o…
- Cole?
- T. J.?
Interromperam-me a deixa, aquelas gémeas são mesmo estranhamente divertidas, à sua maneira um pouco aberrante…
- Sim. Chama, estás à vontade – disse Erin.
- À vontadinha – acrescentou Shaunee.
Mandei um SMS aos dois para virem ver uns filmes connosco. Eles vieram e bem interessados naquelas duas raparigas que fingiam ter engulhos com amor à sua volta. Acto contínuo brinquei: “ Estou para vomitar, Gémea!”
Damien segui-me a deixa e disse : “Idem, idem!”
Elas coraram, mas continuámos a ver o filme que estava a dar na TV.
Depois de almoço, de uma tarde de preguiça e de um jantar animado, voltámos ao dormitório e vimos mais uns filmes quaisquer, até nos quase deixarmos dormir nos sofás.

sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Nova fanfic: Desesperada- 1º Capitulo

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Hoje é a nossa querida Mariana Jesus que nos envia uma fic que será postada todas as Sextas-Feiras pelas 17h. Esta fic chama-se "Desesperada" e conta a história de uma nova aquisição para a Casa da Noite. Espero que gostem.


Prefácio

Numa certa noite, a uma certa hora, andava eu a passear na floresta quando ouvi um passarinho a cantar muito contente. Segui o som, era encantador, levou-me até uma árvore, no seu cimo consegui avistar um ninho.
Não sei bem como, comecei a trepar a árvore e quando cheguei ao seu cimo, olhei para dentro do ninho, vi o passarinho cantante com um dos seus ovos partidos, onde reparei noutro passarinho, este mais pequenino, muito mais. “Que beleza” pensei para comigo. Desci da árvore. E voltei para casa.

1º Capitulo
Natacha

Quando estava a voltar para casa, vi um homem parado no meio da floresta, muito sossegado. Será que precisa de alguma coisa? Dirigi-me ao senhor:
-Precisa de ajuda?
-Sabia que virias - disse-me o desconhecido, enquanto me tocava na testa.
Senti-a arder, não sabia bem porquê, não era aquele arder de doer, era diferente, era meio que confortável. O homem tinha desaparecido a correr pela floresta, logo depois de me tocar na testa.
Como ainda me ardia a testa, e como achei estranho, tirei o meu espelho da mala que trazia sempre comigo.
-Não, tudo menos isto! - Reagi ao ver a lua crescente na minha testa, precisamente no sítio onde me ardia. Fui marcada, tenho de ir para a casa da noite, mas eu não quero. Amo a minha mãe, o meu pai, e tenho um irmão prestes a nascer, queria vê-lo nascer, crescer, tornar-se homem.
Tapei a testa com a minha franja preta, entrei no meu mini de 2000 e comecei a viajem para casa.
Cheguei, estacionei o mini, e entrei em casa.
-Filha, chegaste? - perguntou-me a minha mãe.
-Sim - respondi-lhe.
-Escolhemos finalmente o nome para o teu irmão - disse o meu pai - Vai chamar-se Marcus, que achas?
-É um bonito nome, mas duvido que o possa ver nascer.
-Porque dizes isso? - perguntou a minha mãe.
-Repara na minha testa - tirou a franja da frente da testa e mostrei a marca aos meus pais. A minha mãe disse-me que não era uma coisa má, pois a minha deusa marca apenas os humanos que considera especiais. Mas também me disse que se rejeita-se a mudança morria.
-Filha?! - Chamou-me o meu pai.
-Sim, pai...
-Tinha apenas 5 anos quando a minha irmã, Lenóbia, foi marcada, ela era uma mulher linda, tinha 18 anos quando foi para a casa da noite. A mesma idade que tu. Agora é a minha filha que vai ser transformada. Não te quero perder como perdi a tua tia. Prometes que nos vens visitar, e nos telefonas todos os dias?
-Sim, prometo - prometi ao meu pai, e esperava poder cumprir.
Acariciei a barriga da minha mãe, fui ao meu quarto fazer as malas, peguei na minha boneca preferida, despedi-me da minha família, saí de casa e entrei no mini. Quando cheguei ao centro de Tulsa, estacionei o carro no parque da casa da noite, nunca tinha reparado bem na casa da noite, era como um castelo dos contos de fadas, mas num tom escuro. Era deslumbrante!
Entrei, à entrada estava um homem alto, musculado, lindo e com uns olhos azuis, ui!
-Bom dia - disse-me o homem - Sou Erik Night e sou eu quem a vai levar à sua orientadora.
-Olá, eu sou Natacha Vamp - sim, eu sei, o meu apelido dá a entender que eu já sou vampira desde que nasci, mas não sou.
-Eu sei.
-Estou a ver que a Natacha já chegou - ouviu-se uma voz que eu não sabia muito bem de onde vinha.
-Pelos visto já não necessito de a levar à sua orientadora, ela veio até nós.
-Olá, eu sou Lenóbia e vou ser a tua orientadora, muito prazer - informou-me a mulher, era loira, muito bonita, e as suas marcas eram como nós de safira, em cada um desses nós podia-se ver imagens de cavalos. Seria ela a irmã do meu pai?
-Tem irmãos? - Perguntei a Lenóbia.
-Erik pode deixar-nos a sós? - Perguntou ela ao senhor deslumbrante.
-Ok, sem problemas - e ao dizer isto saiu sem dizer mais nada.
-Sim, tenho um irmão que não vejo desde que fui marcada.
-O nome dele é Tom? - Perguntei-lhe descaradamente.
-Sim, como sabes?
-É o meu pai... Tia!
-Nunca esperei ser orientadora da minha própria sobrinha, que nem conhecia.
Continuámos a conversar sobre mim, ela, o meu pai, a minha mãe e também lhe contei que ia ter outro sobrinho, o meu irmão Marcus.

Que Nyx vos abençoe!

Vota em 'Divine by Choice' para Melhor Cover

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

O livro Divine by Choice de PC Cast é um dos livros finalistas para o Melhor Cover no The Cover Cafe. Vão a este link para votar ;)


Que Nyx vos abençoe!

Fonte

quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Fanfic: Unprotected - 1º Capitulo

Esta fanfic é uma continuação de Indomável.

1º Capitulo


Zoey RedBird – E pronto, agora só pudemos esperar… Sinto-me uma idiota a dizer isto.
Revirei a pequena faca de pedra entre as mãos, numa tentativa de descobrir um pormenor que fosse diferente, alguma coisa a alterar… Mas não, tudo estava perfeito na minha pequena obra de arte.
Passavam três dias, três míseros dias, desde que Neferet soltara um bichinho lindo com asas, se coroara rainha Tsi Sgili (ou seja, Rainha das Taradas que se alimentam de Morte… Na realidade, não podia ver sitio onde ela se encaixasse melhor…) e, mais importante, ela tinha ido buscar Stark… Eu era tão estúpida!! Quer dizer, a Neferet não quisera adiar a cerimónia, e também não estava lá… Claro que eu, com a minha mentalidade brilhante, não tinha percebido patacas… Mais do que habitual, aquilo era irritante.
Isso e a sensação intemporal daquele sitio. Tudo era igual, fosse dia ou fosse noite, pois não entrava luz… A única prova que eu tinha de que os segundos passavam, eram as horas no meu telemóvel, que agora mal abria para poupar bateria.
Raio dos Túneis! Porque raio é que no tempo da Lei Seca não tinham instalado ali umas tomadas eléctricas, feito umas cómodas jeitosas, posto uns candeeiros jeitosos no tecto e deixado um carregador para Telemóvel? Bem, acho que se tinham esquecido…
Atirei a faca para uma mesinha de madeira que Afrodite comprara, quatro ou cinco dias antes, com Stevie Rae.
Eu ficara numa pequena câmara com Stevie Rae, ao lado da das gémeas e à frente da de Erik… O chato daquilo era mesmo o facto de não haverem portas… Por isso tínhamos escolhido aquelas, com a entrada mais fechada.
De resto, com os montes de tempo livre que tínhamos, cada um se dedicara a decorar o seu quarto.
Erik e Afrodite estavam tramados, devido à falta de Afinidades com os elementos, situação que Afrodite invertera, ao servir-se das coisas que trouxera anteriormente, e acabando com uma verdadeira camarata.
De resto, eu e Stevie Rae dedicáramo-nos a esculpir as paredes (Adoro a afinidade com o ar… Sabiam que o vento tem muita força?) e a decorá-las com trepadeira e outras plantinhas do género.
Damien tratara de decorar o seu da mesma forma que eu, e Shanee e Erin tinham arranjado uma forma original de fazer com que o tecto permanecesse com uma constante neblina, o que lhe dava um aspecto mesmo fixe.
De resto, com excepção, aquele sitio tornara-se um verdadeiro aborrecimento…
É, e à falta de melhor, eu dedicara-me a construir pequenos objectos de pedra e a contar os minutos em que poderia sair para a rua e fazer as minhas “chamadas diárias”, que incluíam, presentemente, uma lista de:
Em Primeiríssimo lugar e muito destacada, a Irmã Mary Angela (que era a antiga freira que geria a Street Cats e não tinha nada com vampyros. Mais: Acreditava que Nyx era apenas outra forma da Virgem Maria. Ah, e quase me esquecia, salvara a vida da minha avó ao ficar perto dela no hospital e levando-a para debaixo da Abadia, de modo a que Kalona não a pudesse apanhar). Pelos vistos, estava tudo a correr bem com a avó (como raio é que a mulher levou o equipamento médico rua abaixo?) e elas, juntamente com todas as freiras da Abadia, estavam a salvo debaixo da Abadia.
Em segundo, vinha Heath que, extraordinariamente, confiara em mim e levara toda a sua família (e mais meia dúzia de chegados) para a cave da casa da avó.
Em terceiro, vinha a minha mãe… Não conseguira ainda falar com ela, embora desejasse ardentemente que Kalona ainda não tivesse tomado posse daquela parte do Oklahoma… Pelo que sabia, a nossa zona estava isolada, agora, do resto do mundo (obra da minha querida Megera armada em Rainha Tsi Sgili), e as noticias fora da área sob o poder dos Zomba Corvos e de Kalona (e de Neferet –mas agora ela era o menor dos meus problemas mesmo chatinhos) rareavam, e era impossível fazer chamadas para o exterior de Tulsa… Aliás, eu própria tinha muito pouco abastecimento de noticias… Que seca!
E por último, mas não menos premente, a minha chamada a Lenóbia. Nada, ela não me atendia nem ligava de volta (também não havia rede nos túneis), e isso deixava-me mesmo ralada… Queria falar com ela para saber se estava a correr tudo bem (ou se ainda havia alguma coisa para correr bem ou mal). Queria mesmo.
E pronto, estava enfiada num sitio bafiento, cheio de miúdos que (por mais que se esforçassem) continuavam a cheirar a ratazanas mortas e podres.
-Hum… Zoey? –a voz de Damien, hesitante, interrompeu a minha conversa –Achas que podemos… hum… falar?
Olhei-o, feita parva, até conseguir entender o que ele dissera –Credo, aqueles túneis afectavam mesmo a minha cabeça!
-Claro! –apressei-me a responder, tropeçando nas letras –O que foi?
Damien olhou-me, com a hesitação a crescer no seu olhar.
-Acho que devíamos falar todos. –esclareceu.
-Oh… OK.
Levantei-me e segui-o, enquanto ele chamava Shaunee e Erin (a pentear-se à volta de um buraquinho cheio de água a que chamavam “espelho”), Afrodite (toda derretida a fazer festinhas a Dário), Dário(todo entretido a receber festinhas de Afrodite), Erik (a olhar fixamente uma parede –Eu não disse que aquilo ali era entediante?), Stevie Rae (a conversar alegremente com Vénus) e Jack (a fazer um arranjinho com flores que Stevie Rae lhe dera).
Puxou-nos para dentro de uma câmara pequena, mas com espaço suficiente para nos sentarmos todos, e iniciou o seu discurso.
-Bem –Disse ele, pigarreando para clarear a voz –Acho que temos de falar.
Olhou-nos a todos, expectante, enquanto nós lhe retribuía-mos o olhar.
-Quero dizer –recomeçou ele, com olhar de quem queria dizer «Ai minha Deusa, vocês são lentos como uma porta!» -Temos de falar sobre a nossa condição.
Nada.
-Oh Por Amor da Deusa! Estamos aqui enfiados à três dias e ainda não decidimos o que vamos fazer!
E então ouviu-se uma exclamação geral de «Ah!!» de entendimento.
Ele prosseguiu, mais contente por estarmos a entender.
-Acho que temos de arranjar uma solução! E, ou permanecemos aqui e esperamos por Kalona, ou vamos a Kalona.
-Eu cá fico! –exclamou Erin, apressadamente.
-Apoiada! –retribuiu Shaunee.
-Damien –comecei, ignorando os comentários anteriores –Hum… Bem, nós não podemos simplesmente ir a Kalona… Ele come-nos!
Afrodite soltou uma risadinha.
-Literalmente. –acrescentou, com uma voz sugestiva e a mexer as sobrancelhas descaradamente.
-Francamente! –disse Shaunee.
-Metes nojo! –terminou Erin.
-Estava apenas a constatar um facto –disse Afrodite, com uma voz doce, sorrindo na sua direcção.
Dário passou um braço à volta da sua cintura, possessivamente, como se não achasse graça à brincadeira dela.
-A sacerdotista tem razão –proferiu ele, em voz alta –Não é seguro ir ter com Kalona, ele é extremamente poderoso. E seria perigoso, especialmente para as… -hesitou na escolha da última palavra.
-Raparigas –completei, rapidamente –E não me chames Sacerdotista Dário, por favor.
Ele fez um aceno de cabeça, como se tivesse percebido.
-O que me leva à terceira hipótese –afirmou Damien, rapidamente –Se não me tivessem interrompido, eu teria explicado. Estava só a criar uma leve discussão à volta do assunto, para vocês poderem confirmar o perigo.
Afrodite revirou os olhos ao ouvi-lo dizer aquilo.
Damien pigarreou novamente e prosseguiu.
-Eu acho que, se não conseguimos fazer nada, sozinhos, temos de pedir ajuda. Ajuda fora de Tulsa, fora do Oklahoma, e fora dos Estados Unidos.
O choque percorreu-me, e senti um reflexo do meu percorrer todos os outros. Pedir ajuda? Como é que fazíamos isso se estávamos cortados em tudo o que era meios de comunicação?
-Damien –murmurei, semi sufocada –Não é possível pedir ajuda, estamos sozinhos, isolados em Tulsa.
Custava-me dizer as palavras, como se estas queimassem a minha garganta com a verdade contida nelas.
-Oh, Mas eu tenho a solução Z. Eu tenhos sempre a solução! Vamos fortalecer-nos! Arranjamos apoio noutras Casas da Noite, com o Conselho de Nyx, talvez! Precisamos de combater, antes que Kalona tome posse de mais alguma coisa! Não podemos ficarde braços cruzados e esperar que hajam mais danos!–depois acrescentou, mais seriamente –Não podemos ficar a ver as pessoas morrer.
Engoli em seco, a tentar suprimir as lágrimas que ameaçavam saltar dos meus olhos sem razão aparente. Estava a ficar esgotada. Tinha saudades de Stark. Tinha saudades da Casa da Noite. Tinha saudades do mundo que conhecia… Sacudi as lágrimas sem nexo, e encarei-o, tentando chamá-lo à razão.
-Como? –perguntei, tentando parecer séria e confiante.
Damien colocou a mão no bolso e, com um ar enigmático, retirou um papel pequenino e dobrado.
-Arranjei-o hoje, isto é o comprovativo. São dois.
Estendeu-me o papel, para que eu o pudesse ler.
Olhei-o, espantada, com o pequeno comprovativo de viagem apertado fortemente entre as minhas mãos.
-Como é que o arranjas-te? –perguntei, atónita.
Ele sorriu orgulhosamente.
-Ninguém sabe de nada, Zo. Os habitantes não sabem o que se passa, só estão assustados… Os aviões não podem entrar aqui, mas Kalona e Neferet ainda os deixam sair… Se eles querem todo o mundo, não lhes importa se eles morrem agora ou se morrem depois… Os aviões que restam estão a partir, e já é difícil arranjar bilhetes… Mas o Jack arranjou-me uma ligação à Internet –ele sorriu-lhe ternamente –E eu ainda consegui comprar estes… Tulsa só está fechada por causa dos policias e de gente que poderia, eventualmente, descobrir o que se passava, e eles não querem isso enquanto ainda não tiverem forças para os combater… Pessoazinhas aterradas não lhes fazem diferença nenhuma.
-Mas nós não somos pessoazinhas aterradas –desdenhou Afrodite –e podíamos fazer diferença.
-Eu sei –admitiu Damien –Mas estou com esperança de que eles não saibam isso…
Eu interrompi-os, certa de que algo ali não ia correr bem.
-Damien, quem é que vamos dispensar? A Afrodite, porque é humana? Não dá, ela é precisa, por causa das cenas das visões e assim. Tu, a Shaunee ou a Erin? Fazem parte do circulo, não podem ir. Stevie Rae? Não só faz parte do circulo como é necessária aos vampiros vermelhos. Eu? Não me parece. O Erik? Precisamos que nos proteja. O Dário? Precisamos dele para o mesmo fim… Não à ninguém dispensável.
-É só uma viagem a Chicago! –estremeci, ao pensar que aquela era a Casa da Noite de Stark… Mas porque é que ele a escolhera? –E eu estava mesmo a pensar na Afrodite e… Bem, só comprei mais um para o caso de ser preciso –admitiu ele.
-E é. –proclamou Dário, subitamente em pé –Eu vou com ela, não a deixo ir sozinha.
-Mas Dário, nós precisamos de ti… -murmurei.
-Bem, se for extremamente necessário, posso ir eu a Shaunee, nós não nos importamos… E porque não dar uma olhadela lá na Casa da Noite de Chicago? Pode ser que hajam mais de onde o Stark veio… -ronronou Erin.
-Exactamente –confirmou Shaunee.
-Preciso de vocês para o circulo –lembrei.
-Eu posso ir sozinha –afirmou Afrodite –O Maios perigo está aqui, eles não me acham importante o suficiente para me seguirem, caso percebam que eu me fui. Já nem sou Iniciada... Eles não me querem para nada.
-Mas tu sabes demais para o gosto de Neferet… É uma hipótese… -olhei para Dário, com um sorriso triste –E não acho que haja mais alguma.
Ele pareceu confuso, depois obstinado, zangado, amedrontado e, depois, resignado.
-Se tiver de ser… Mas se ela não voltar em menos de uma semana, eu arranjo maneira de ir atrás dela.
-Eu sei –suspirei.
Damien deu um saltinho, todo contente.
-Boa! A viagem é daqui a doze horas, vai fazer as malas.
Afrodite não pareceu satisfeita com aquilo, mas limitou-se a fungar e a andar de nariz empinado para fora da sala, com Dário colado aos seus calcanhares.
Um silêncio brutal caiu sobre nós, que nos olhávamos nervosamente sem saber exactamente o que dizer.
-Temos de fazer qualquer coisa… -murmurou Stevie Rae, com um olhar penoso.
-Eu sei –soltei um grande suspiro, massajando as têmporas e fechando os olhos –Quem me dera saber o quê…
-Se calhar devíamos voltar… Acho que é mais fácil entrar assim, do que planear qualquer coisa do género emboscada… -murmurou Erin, quase inaudivelmente, do outro canto da sala.
-Não podemos voltar. Somos mortos. –apressou-se Damien a responder –e era verdade.
-Na realidade, por agora só podemos esperar… Talvez a Afrodite traga boas noticias –senti na minha voz uma vibração de entusiasmo que não sentia. Não era assim tão boa a mentir, mas talvez conseguisse manter aquela faceta de “vai correr tudo bem, eu sei o que é que estou a fazer” durante algum tempo… Pronto, não era uma bom plano, mas era o único, e não havia mais nada que eu pudesse fazer.
Merda!

Sugestão Literária: Divine by Mistake

Venho aqui aconselhar um livro da nossa querida PC Cast que lhe deu grande projecção.
Chama-se "Divine by choice" e aqui fica a capa e a sinopse...



Sinopse:
Shanno Parer consegue finalmente chegar a um acordo com a vida no mundo mítico de Partholon. Ela ama o marido centauro, a sua ligação com a Deusa Epona e os minos que vêm com dois. Ela está quase esquecida da sua vida na Terra- especialmente quando ela descobre que está grávida...
Em seguida, uma explosão súbita de poder envia-la de volta para Oklahoma. Sem magia, Shanno não pode regressar a Partholo e, por isso, ela precisa de ajuda. O problema é que ele pode assumir a forma de um homem tão tentador como seu marido. E ao longo do caminho ela vai descobrir que ser divino por engano é muito mais fácil do que ser divin pela escolha...

Promete ser um livro onde a imaginação vai ser estrondosa e mais uma ideia original da nossa autora, espero que seja publicado em Portugal, já que só existe em inglês.

Que Nyx vos proteja!

Crítica Indomável

Hoje trago-vos mais uma crítica publicado no blog Chá das Cinco.
(Atenção o documento a seguir apresentado encontra-se escrito em português do Brasil)



"São tanto os acontecimentos que me deixaram zonza durante a leitura. A namoradeira Zoey que, no livro anterior, tinha 3 namorados, agora não tem mais nenhum. Um deles morreu, outro a detesta e o outro não quer mais saber dela. Os seus melhores companheiros estavam muito chateados com as atitudes da Zoey e pela sua falta de confiança. e, Stevie Rae está... só lendo para saber! E eis que a minha, a sua, a nossa vagabadoinferno tem finalmente o papel de destaque que merece desde o início da série.
Afrodite domina o livro, suas passagens na estória são cada vez melhores e não há como não perceber o quanto ela vem mudando e o quanto precisa de amigos. Nesse livro ela mostra, mesmo sem querer, que possui sentimentos e um bom coração. Que a deusa Nyx a recompense. Por que eu já a recompensei como minha personagem favorita da série.

A entrada de Stark na escola e tudo o que acontece com ele foi surreal e, claro, incrível. Mais uma personagem que promete e tem tudo para conquistar Zoey.

Heath quase não apareceu no livro. Sobre a preferência que eu demonstrei por ele desde o início da série? Pois é, não sei mais. Como Heath não está mais carimbando, não seria melhor Zoey ter alguém que pudesse lutar ao seu lado na grande batalha contra o mal?

Heath, Stark e Erik, oh dúvida cruel! Não queria estar na pele dessa novata, que mesmo tão poderosa não consegue deixar só um no coração.

Impossível resistir à primeira página e não grudar nesse livro que nem carrapato. Li todinho em um único dia (obrigada, querida Jú) e ...

Aimeudeusdocéu!!! Adorei!!!"


Espero que tenham gostado, é uma crítica um pouco diferente da outra...

Que Nyx vos acompanhe!

Poema

Olá Filhos e Filhas das Trevas!
Hoje deixo-vos com um poema que achei quando estava a navegar pela internet e deixo-vos aqui o link do site.


(Atenção o poema encontra-se escrito em português do Brasil)


Sinfonia para um grande amor


Amo-te na paz desta noite
Que me leva para os teus braços
Amo-te na ternura dos teus olhos
No fogo deste olhar.

Amo-te por ser único, verdadeiro
E misterioso, por teu beijo gostoso
Por ser meu prazer infinito...
Amo-te pelas noites encantadas
Que passo contigo.


Amo-te meu amor, meu amante
Meu menino malvado, pois
Quando amanhece teus caminhos
Te roubam de mim e te vais...

Misterioso ser por que foges
Fica mais um pouco, deixa a vida
Lá fora, mata minha ânsia de amar
De amar você, não vá nunca mais.


Espero que tenham gostado e que também enviem os vossos poemas, para o mail jwalter2412@gmail.com.

Que Nyx vos abençoe!

quarta-feira, 19 de Maio de 2010

O artista ideal por Anna Rose - Damien Maslin

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

A nossa querida Anna Rose voltou com as suas personagens. Temos hoje Robert Pattinson como Damien. Que acham?


Que Nyx vos abençoe!

RPG Casa da Noite

Olá Filhos e Filhas das Trevas!

Bem, a Inês contactou-me e disse que ela e uns amigos tiveram uma ideia para um jogo que pensam ser interessante, então deixo-vos a dica. Para entrar no jogo devem criar um e-mail com a personagem que querem interpretar (o papel de Zoey, Afrodite, Erik, Stevie Rae, Erin e Shaunne já estão ocupados), por exemplo Zoeyredbird@hotmail.com e adicionar o seguinte mail, afroditecbr@hotmail.com. Depois têm conversas como se fossem a própria personagem. Se gostarem entrem.
Deixo aqui explicito que não foi ideia do blogue e que não nos responsabilizamos por qualquer aspecto negativo deste jogo, já que nem sequer participamos no mesmo.

Que Nyx vos abençoe!

terça-feira, 18 de Maio de 2010

Fanfic - All Right - 4º Capitulo


4º capítulo

Quando saímos do quarto, ouvi alguém a bater palmas, olhei para trás e quando vi a cara dela até fiquei arrepiada. Os olhos dela expressavam ódio e as palavras que saíam da sua boca eram frias.
- Senhoras e senhores, apresento-vos Zoey Redbird, a Miss Perfeição! – aquela Afrodite é mesmo desprezível, ainda bem que vai sair daqui.
- O que é que queres Afrodite? Não tens que ir fazer as tuas malinhas? – quando lhe atirei esta pergunta para cima, soube que a tinha afectado pois ela respondeu de imediato.
- Não tens nada a ver com isso miúda! – gritou ela
- Afectei-te, foi? Peço imensa desculpa se fui indelicada. – sarcasmo não é comigo, mas tenho que admitir que não me saí nada mal.
- Não, não afectaste e sabes porquê? Porque eu sou superior, muito superior a boquinhas dessas. E sabes que mais? Andas-te a esticar muito para alguém que não está cá nem à um mês.
- Zoey, não respondas, por favor! – Stevie Rae tinha me agarrado o braço, ela estava realmente com medo da Afrodite – Vamos embora, sim?
Quando estava a preparar-me para fazer o que Stevie Rae tinha pedido, ouvi a Afrodite dizer:
- Isso! Faz lá o que o frigorífico te pediu, talvez ela até seja inteligente.
Voltei-me para ela e olhei-a olhos nos olhos - Não lhe voltes a chamar isso, ouviste?
-Não faz mal Z, não me importo, a sério. Só quero sair daqui!
- Faz mal sim, Stevie Rae. Lá porque a menina Afrodite pensa que é importante, isso não lhe dá o direito de gozar com quem quer e lhe apetece. Pede desculpa Afrodite, já!
- Achas mesmo que eu vou fazer o que tu mandas? Deves pensar! – e com isto sacudiu o cabelo para trás. Manias…
- És mesmo uma cabra desprezível, por isso é que ninguém gosta de ti, por isso é que as tuas “amigas” te abandonaram no ritual. Se tivesses um bocadinho de bom senso talvez a Neferet não te tivesse expulsado daqui!
- Chega! Já te disse que esse assunto não te diz respeito, nem a ti nem a ninguém!- okay, tinha-a irritado mesmo, os olhos dela tinham agora um brilho vermelho, brilho esse que me dizia que devia ter estado calada, azar o que está dito, está dito.
- Se me vais atacar pensa duas vezes, estás te a esquecer de um pequeno pormenor!
- Que pormenor?
- Eu tenho afinidade com os cinco elementos, Nyx está comigo em qualquer momento, se me atacares estarás a atacá-la.
- O que é que tu sabes sobre Nyx? És apenas uma miúda, uma miúda que foi Marcada à uns dias e que tem uma Marca esquisita. As pessoas aqui veneram-me, tratam-me como se eu fosse uma rainha, eu estou destinada a ser a próxima Sumo-Sacerdotisa da Casa da Noite de Tulsa. – ela disse isto com tanta confiança que quase me deixei ir nas palavras dela.
- Estás enganada, as pessoas não te veneram, as pessoas têm medo de ti e por isso agem como estúpidas quando estão ao pé de ti. E mais uma coisa, tu ESTAVAS destinada a ser a próxima Sumo-Sacerdotisa, se não tivesses feito tantas asneiras, talvez o lugar ainda fosse teu. Como disseste à bocado, eu posso não andar cá à tanto tempo como tu, mas de uma coisa tenho a certeza, tu já não pertences aqui enquanto que eu pertenço, por isso, pára de ser cabra e sai daqui com a pouca dignidade que te resta! – parecia mais confiante do que estava, o que era bom
- Vais te arrepender miúda, nem sabes o que te espera! – a voz dela era perigosa, demasiado perigosa.
- O que é que se passa aqui? – a voz de Neferet soou alto e bom som fazendo-me estremecer, quando me virei vi que Stevie Rae a acompanhava, estava tão concentrada em discutir com a Afrodite que nem reparei que a minha melhor amiga não estava comigo. – Afrodite, tu outra vez, porque é que será que não me surpreende?
A Afrodite simplesmente cruzou os braços, revirou os olhos e deixou-se ficar na mesma, como se não fosse nada com ela.
- Obrigado por me chamares Stevie Rae, podes descer para junto dos teus amigos. – desde que cá cheguei que admiro a Neferet, ela conseguia ter a simpatia de uma mãe para todos os iniciados, especialmente para mim.
- Desculpe Neferet, eu não queria arranjar confusão.
- Não faz mal Zoey, eu sei que não querias que nada disto acontecesse. – ela veio até mim e pousou a mão no meu ombro – O que é que ainda estás aqui a fazer, Afrodite? Eu tinha-te dito que não te queria aqui depois da hora de acordar!
- Eu sei perfeitamente o que me disse, mas não me podia ir embora sem avisar a sua menininha querida do que lhe espera. – sorriu maliciosamente para mim enquanto dizia aquilo.
- Não tenho medo de ti megera! – se não fosse a Neferet a agarrar-me com força no ombro, aquela loira estava tão feita.
- Zoey tem calma, não te exaltes. Não vale a pena gastar energias com a Afrodite, ela já está de saída.


Que Nyx vos abençoe!